domingo, 30 de julho de 2017

Domingo Maravilhosooo!!

 Por do sol aqui no Campolim. Valeu o espetáculo!


sábado, 29 de julho de 2017

Lugol e eu

Antes de sair de férias mencionei o fato de começar a tomar Lugol apesar do hipotireoidismo e só tenho coisas boas a declarar:
1º: Estou super bem disposta, faxinei todo meu apartamento sem ficar com o cansaço da morte;
2º: A suplementação de cloreto de magnésio, selênio quelato e zinco é muito boa!
3º: Resolvi dar Lugol para minha mãe tomar também, estava bem discaída, queixando-se de cansaço e ela também teve boa reação. Ficou disposta e o cansaço foi embora. Se alguém quiser testar eu recomendo. Assista primeiro o vídeo do dr. Lair Ribeiro antes e consulte seu médico.

Retornando da férias

Salve, salve, gente linda!
Fiquei de férias o mês de julho inteiro e resolvi ficar com meus pais, em Apiaí-SP. Cidade que cresci e aprendi a amar. O frio quase me matou mas eu precisava dar valor aos meu familiares, prestigiar quem mais importa em minha vida.
Voltei feliz e renovada e o gostinho de quero mais está em mim. Logo, logo voltarei, meus pais queridos!
 Deixo aqui algumas imagens da terra dos meus pais.





sábado, 8 de julho de 2017

Estas são as 8 vagas de emprego que estão mais concorridas agora

Estudo exclusivo da Page Personnel mostra quais são os cargos técnicos e de suporte à gestão mais disputados por profissionais em 2017

Por Camila Pati

São Paulo – Profissionais interessados em oportunidades de analista fiscal no mercado enfrentam concorrência de até 210 candidatos por vaga. O número é quase três vezes maior do que a disputa para o curso de medicina na USP, o mais procurado da Fuvest em 2017, com 75,58 candidatos por vaga.
Segundo os cálculos da equipe da Page Personnel, consultoria de recrutamento especializada em profissionais técnicos e de suporte à gestão, esta é a posição mais concorrida neste ano, principalmente em São Paulo.
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Além de muita gente desempregada, há também uma parcela considerável de pessoas insatisfeitas em suas posições atuais e, portanto, atentas ao mercado e às oportunidades para mudar de emprego. Pesquisa feita pela ADP, revelou que brasileiros acreditam que deveriam deixar seus empregos para ganhar mais.
A boa notícia é que apesar de muito concorridas, a posições destacadas pela Page Personnel são também as com maior procura de mercado. “Fizemos uma média de candidatos nas posições que têm demanda peculiar em termos de mercado”, explica Lucas Oggiam, gerente executivo da Page Personnel.

Tecnologia da Informação

Cargo: desenvolvedor mobile
Candidatos por vaga: 80
Salário médio: de 8 mil a 12 mil reais
Motivos para demanda e para concorrência: crescimento de startups e desenvolvimento de aplicativos. Segundo Oggiam é o profissional mais procurado no momento na área de TI, mas os candidatos não estão atendendo à expectativa do mercado.
Cargo: analista de infraestrutura
Candidatos por vaga: 150
Salário médio: de 4 mil a 7 mil reais
Motivos para demanda e para concorrência: é posição que existe em todos os níveis e segmentos de empresa e, novamente, existem muitos candidatos interessados mas poucos com todas as competências esperadas. As empresas querem os melhores na área de TI e eles são raros, segundo Oggiam.

Supply Chain

Cargo: comprador generalista
Salário médio: 8, 25 mil reais
Candidatos por vaga: 50
Motivos para demanda e concorrência: empresas querem compradores versáteis que possam atender a qualquer tipo de demanda. Quem tem experiência com a rotina de compras tem mais chance.
“A área de supply chain como um todo sofreu uma bela mudança desde 2014 e ganhou foco, passando a ser uma área estratégica para empresa”, diz Oggiam.
Cargo: analista de comércio exterior
Salário médio: R$ 5, 25 mil
Candidatos por vaga: 100
Motivos para demanda e para concorrência: “Esse profissional pode trazer agilidade para o negócio. O mercado busca muito e paga bem”, diz. Por isso trata-se de mercado com profissionais bastante ativos, o que explica a disputa.
Quem tem conhecimentos em diversos modais e experiência em importação e exportação se destaca nas seleções.

Finanças

Cargo: auditor pleno
Candidatos por vaga: 60
Salário médio: R$ 4 mil
Motivo para a demanda e para a concorrência: surgem vagas mas também muitos profissionais que não estão satisfeitos com a qualidade de vida ou com o salário nas grandes empresas de auditoria/consultoria.
Cargo: analista fiscal pleno
Candidatos por vaga: 210
Salário médio: R$ 4 mil
Motivo para a demanda e para concorrência: “No fim de 2014 as empresas começaram a cortar e as áreas de suporte geralmente são as primeiras. Muitos conseguiram se recolocar, mas, muitas vezes com salários menores”, diz Oggiam. O baixo nível de inglês dos candidatos também tem sido um obstáculo para a contratação.

Marketing

Cargo: analista de marketing digital pleno
Candidatos por vaga: 120
Salário médio: R$ 4 mil
Motivos para a demanda e para a concorrência: para reforçar a estratégia digital, empresas querem profissionais que dominem mídias sociais e fluentes em inglês. Muitos profissionais formados em áreas como comunicação social, marketing e publicidade e propaganda se atraem por essa posição pela expansão do mundo digital e tecnológico.

Vendas

Cargo: vendedor interno em empresas de tecnologia e software
Candidatos por vaga: 150
Salário médio: R$ 5,5 mil (entre fixo e variável)
Motivos para a demanda e a concorrência: “vendas é sempre uma área demandada e concorrida”, diz Oggiam. Muitos profissionais da área comercial se interessam pelas oportunidades numerosas no mercado de tecnologia. Mas o perfil procurado é de vendedores com conhecimento técnico do produto, cientes das necessidades dos clientes e que sejam capazes de fazer venda consultiva Conhecimento de inglês também é um diferencial importante na hora da disputa.

Médicos estão otimistas com a recuperação do bebê Arthur

Folha de S.Paulo e UOL
Duque de Caxias (RJ) - Continua em estado grave o recém-nascido Arthur, baleado enquanto ainda estava na barriga da mãe, Claudineia dos Santos Melo, no último dia 30, vítima de uma bala perdida na favela do Lixão, em Duque de Caxias.
Médicos do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Caxias, estão otimistas quanto à recuperação dos movimentos das pernas da criança após a realização de uma cirurgia nesta semana.
"Foi feita uma lamectomia, que é uma cirurgia para retirar as lâminas das vértebras. Fizemos uma descompressão da medula. Arthur teve a terceira e quarta vértebras explodidas pelo projétil, que entrou pelo crânio, dilacerou a orelha direita, atingiu as vértebras e saiu pelo tórax", informou Vinícius Mansur Zogbi, coordenador médico da neurocirurgia do hospital.
"A chance de ele voltar a mexer as pernas continua igual", completou.

Começa amanhã taxa de R$ 1 para embarcar em trólebus

Regiane Soares
do Agora
A taxa de embarque nos terminais de Diadema e Piraporinha, no ABC, e São Mateus, na zona leste, que integram o Corredor Metropolitano ABD (Jabaquara-São Mateus), começará a ser cobrada amanhã.
Os passageiros vão ter que pagar R$ 1 para fazer a transferência das linhas municipais para as intermunicipais.
Quem vier no sentido contrário, das linhas intermunicipais para as municipais, não vai ter que pagar pelo embarque.
O valor será debitado no cartão BOM. Quem não tiver, poderá emitir o cartão gratuitamente nos quiosques instalados nos terminais.
Mas será necessário apresentar o RG, CPF e comprovante de residência original.
Segundo a EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos), responsável pelas linhas intermunicipais, a cobrança deve atingir 27 mil passageiros que, até hoje, fazem a transferência de graça nos terminais de Diadema, Piraporinha e São Mateus.
A empresa ressalta que apenas 5% deles vão ter que desembolsar o valor, pois o restante usa vale-transporte.

Sabadãooo! Bora pra vida!

Bom Diaaaa!!

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Motorista do Uber pode ser obrigado a usar roupa social

William Cardoso
do Agora
Os motoristas de aplicativos de celular, como o Uber e Cabify, terão que tomar cuidado com a roupa, higiene pessoal e até o perfume que usam no serviço.
A Prefeitura de São Paulo pretende publicar até amanhã, no "Diário Oficial" da Cidade, uma lista com uma série de requisitos para o condutor, a exemplo do que já acontece com os taxistas na capital.
As novas regras deverão vetar o uso de bermudas e chinelos, por exemplo.
O motorista será obrigado a usar roupa social ou traje esporte fino, a exemplo do que já acontece com taxistas.
Pelas novas regras, os carros não poderão ter mais do que cinco anos de uso e deverão, obrigatoriamente, trazer placas da capital.
Hoje, muitos condutores alugam e dirigem veículos de locadoras, que são emplacados em outros estados.

Usuários fecham saída de terminal em protesto

Usuários do transporte coletivo, que esperavam desde as 5h pelos ônibus no terminal Santo Antônio, protestaram por volta das 7h30 desta sexta-feira (07), fechando a saída do terminal que dá acesso à avenida Afionso Vergueiro.Os passageiros se dizem descontentes com a greve dos motoristas de ônibus em Sorocaba, que entra hoje no seu décimo dia.

+Sindicato e Urbes têm interpretações diferentes da ata

Segundo o Sindicato dos Rodoviários de Sorocaba e Região, a paralisação pode perdurar por mais de um mês, até o julgamento do dissídio coletivo da categoria pela Justiça do Trabalho, o que está previsto para acontecer no dia 9 de agosto.

A diminuição do número de carros nas ruas permanecerá também aos finais de semana. A entidade afirma que está cumprindo a liminar que determina que 70% dos ônibus circulem nos horários de pico e 50% nos demais horários.

Urbes acusa irregularidades

A Urbes informou que verificou irregularidades na greve nesta manhã. Segundo a empresa pública, além de ônibus circulando em comboio nas linhas Mineirão (28), Carandá (81) e Itavuvu (25), foram flagrados mais veículos estacionados por longos períodos em pontos finais das linhas.

Por volta das 6h25, segundo a Urbes, foram flagrados 9 ônibus da linha Aparecidinha via Castelinho (48) estacionados no ponto final da linha, na Vila Nikkey. Já às 7h, mais 3 ônibus da linha Éden (53) parados no ponto final.

A Urbes diz que está registrando todas as ocorrências e vai notificar o Tribunal Regional do Trabalho (TRT). O sindicato deve se manifestar ainda nesta manhã sobre as acusações.

É Sexta-Feiraaaa!!

Como fazer a Limpeza Espiritual da sua Casa

Nas conversas das pessoas interessadas no assunto, a expressão que mais ouvimos é limpeza espiritual. Apesar disso, a limpeza não se restringe apenas ao plano dos espíritos desencarnados. Ela também deve ser aplicada à energia das pessoas, dos objetos e dos ambientes.
A limpeza energética tem relação e efeito sobre aura desses elementos. A aura é um campo eletromagnético extrafísico quase sempre invisível aos olhos humanos, e está plena de energias não físicas que são produzidas por sentimentos e emoções de pessoas comuns, ou seja, pessoas que estão vivas!
Quando uma limpeza energética atua tanto no campo energético quanto no campo espiritual, sabemos que ela cumpriu seu papel, e foi eficiente e capaz de fazer uma varredura completa na aura do local, transmutando as energias negativas e restabelecendo o equilíbrio.
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Técnicas simples de limpeza energética de ambientes

As técnicas que mencionamos a seguir podem ser utilizadas sozinhas ou combinadas. Aplique-as o quanto antes, e você perceberá diferenças em pouco tempo.
– Utilize cristais por toda a casa. Cristais de quartzo branco, rosa ou verde e ametistas podem ser usados para praticamente tudo. Lave esses cristais mensalmente em água corrente, e para energizá-los, deixe-os por apenas 15 minutos debaixo do sol.
– Utilize defumadores, aromatizadores, sprays polarizadores, vaporizadores com ervas, incensos, etc. Adote uma rotina de aplicar esses preparados no ambiente todos os dias , pois eles elevam o psiquismo do local com muita rapidez.
– Faça uma mentalização com a Chama Violeta diariamente. Mentalize que a luz violeta passa por todos os cômodos da sua casa. Depois dela, visualize a luz branca, e enfim, a luz dourada. Faça isso quando acordar e quando se prepara para dormir.
– Crie uma proteção psíquica para o seu lar, imaginando que ele está envolvido por uma pirâmide de luz. As cores fluem conforme elas aparecem em sua intuição. Faça essa visualização junto com a limpeza todos os dias, de manhã e à noite.
– Invoque a presença dos Anjos e Arcanjos. Mentalize que seu lar ou ambiente é envolvido por presenças divinas. Forme essa imagem em sua mente, e isso já será suficiente para que se estabeleça uma ótima conexão espiritual. Reze de acordo com sua crença, e peça por proteção e paz. Sobretudo, faça seus agradecimentos.
– Equilibre o ambiente com sons e músicas da natureza, deixando tocar um áudio com barulho de água, cachoeira, ou rio. Deixe essa música tocando em volume agradável, mesmo quando o local estiver vazio.
– Use símbolos da Radiestesia e SCAPs sintonizados corretamente. Para fazer isso, é importante ter conhecimentos em Radiestesia.
– Decore o ambiente com plantas. Saiba que temos grandes aliados para elevar o psiquismo da nossa casa: os vegetais. Eles atuam de forma eficiente na limpeza energética e ter um vaso de plantas em cada cômodo pode ser muito benéfico.
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– Tenha uma fonte energética de água, são fáceis de ser encontradas em casas esotéricas e floriculturas. Use-as principalmente nos cantos onde há menos circulação de energia e pode haver um acúmulo de energia parada.
– Faça uso de cores de forma adequada. Apesar de as cores terem um papel muito importante e serem muito eficientes, elas precisam ser usadas de forma muito precisa para não gerar desequilíbrios. A cor verde pode ser usada para quase tudo. Já a cor vermelha deve ser muito bem estudado, pois gera grande ativação e estímulo.
– Caso saiba e domine outras técnicas, como, por exemplo, a limpeza energética pela radiestesia, elas podem ser incluídas à sua rotina. O efeito das técnicas se potencializam a partir da combinação de diferentes métodos.
– Enfeite com bibelôs, mensageiros dos ventos, sinetas e cata-ventos, espalhando-os pelo ambiente.
– De tempos em tempos, faça uma solução de água com sal grosso na proporção de um litro d’água para duas colheres de sopa de sal, e borrife-a no ambiente, aplicando no teto, parede e chão. Faça isso uma vez por semana no início, e com o tempo aplique apenas uma vez por mês.
– Conecte-se a uma força maior, reze e medite no local pedindo paz, luz, harmonia e proteção. Faça isso, no mínimo, uma vez ao dia.
– Faça ancoragem de reversores psíquicos nos locais necessários (ancorar luzes, proteção ou símbolos de Reiki nos mensageiros dos ventos).
– Use outras formas que a sua intuição peça, e realize-as com respeito e cuidado, observando e estudando as reações.
USANDO REVERSORES PSÍQUICOS PARA A LIMPEZA ENERGÉTICA
Siga as instruções abaixo:
> Escolha um ambiente da sua casa. Coloque nele um cata-vento, um amuleto, um quadro especial, um mensageiro dos ventos que será o seu reversor psíquico.
> No primeiro dia, toque o objeto que você escolheu e faça uma oração, afirmando que o local onde está o objeto será um ponto gerador de energia positiva no seu lar.
> Visualize e peça que os seres de luz em quem você confia estejam presentes. Imagine cores, visualize elementos que considera adequados. Você pode imaginar animais como lobos, águias, leões, etc. Crie um ambiente protegido e energizado na sua tela mental.
> Se você quiser, peça, com a intenção do fundo do seu coração, que sua casa seja um local de onde se transmite, e irradiam bênçãos.
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> Coloque seu lar à disposição do plano espiritual, para que os seres de luz possam usá-la para ajudar a transmitir vibrações de cura e bênção. Deseje muito que isso aconteça.
> Toque firme 3 vezes no objeto. Por fim, agradeça.
Realize essa visualização por mais 2 dias seguidos. Após esse tempo, você terá ativado em sua casa um reversor psíquico, que é um elemento que contribui para a elevação e manutenção do psiquismo da sua casa.
Toda vez que você tocar no objeto após esses 3 dias de prática, a energia mentalizada sempre se dissipará pelo ambiente. Mesmo assim, é importante reforçar a ancoragem do reversor uma vez por mês. Quando for necessário, faça as mesmas mentalizações, mas só por um dia.
Não há limites para o número de reversores, você pode usar quantos quiser.
Antes de finalizar, gostaria de saber sua opinião, se você tem perguntas a respeito das técnicas, a respeito de limpeza energética, de espiritualidade, da energia humana e outras coisas mais. É só deixar seu comentário aqui embaixo.
Um grande abraço, fique com Deus, e muita Luz!
Até a próxima,
Bruno J. Gimenes e Redação Luz da Serra

quinta-feira, 6 de julho de 2017

O Lugol e eu

Há um tempo vi este vídeo do Dr Lair Ribeiro falando sobre as maravilhas do Lugol. Tenho hipotireoidismo e sou muito sedentária, mesmo assim, resolvi acreditar. Nos últimos dias, com a chegada do inverno, eu vivia enrolada em um cobertor , na sala e não tinha ânimo para nada. Estava em estado total de letargia, parecendo uma ursa hibernando.
Os sintomas detox me assustaram por conta do hipotireoidismo e porque meu médico não autorizou o uso por ter receios de piorar meu quadro clínico. Algo em mim me dizia insistentemente que eu botasse fé!
Resolvi então assistir diversas palestras com outros médicos falando sobre o Lugol. Resolvi adotá-lo em minha vida.
Hoje, 06 de julho, tem quatro dias que estou tomando o Lugol e todos os suplementos necessários para bloquear o efeito detox e estou MUITO BEM!
Nas primeiras horas do dia tomo o Puran. Depois de um tempo ingiro o Lugol, o selênio Quelato e depois o zinco. Antes de dormir tomo o cloreto de magnésio para auxiliar o sono. Na comida uso o sal rosa(sal integral) e tomo suco de laranja para auxiliar os benefícios do Lugol.
Estou me sentindo tão bem que tenho ido ao parque caminhar. Não curto mais ficar no sofá e aquele frio medonho que tinha foi embora. Tenho energia e disposição para vencer bem as atividades do dia e me sinto uma pessoa alegre e produtiva.
No começo de setembro irei fazer todos os exames da tireoide e verei os resultados alcançados, mesmo o Dr. Lair Ribeiro alertando que para equilibrar as funções do corpo, o Lugol desestabiliza tudo, ele limpa o bromato, alumínio e todas as impurezas primeiro, então estou esperando um resultado desequilibrado nos primeiros 6 meses de uso. Irei revelar ao médico o uso desse tratamento porque não gosto de esconder nada, é preciso ter confiança em quem trata da gente.

E AÍ?

Por Valeria Sabater
Cada um carrega nas suas costas e em seu coração uma batalha própria. Nenhuma pode ser comparada a do vizinho, nem a de seu companheiro, nem a de seu melhor amigo.

Liderarei a meus adversários, combaterei as dificuldades
Reflita durante uns instantes a respeito desta pergunta: Qual foi o seu primeiro encontro com a adversidade?
Costuma-se dizer que as pessoas perdem a inocência no momento em que aparece a primeira dificuldade, a perda ou a mudança que alterou nosso modo de ver o mundo para sempre.
Pode ser que você pense que ninguém está preparado para confrontar a adversidade, mas não é assim. É algo instintivo, a lei da sobrevivência, e em seu interior, há múltiplas estratégias que o tornarão um grande sobrevivente.
Somos conscientes de que em ocasiões, as grandes palavras ficam em nada, em fumaça que escapa por uma janela aberta através de frases motivacionais que muitos não podem aplicar à realidade.
Apesar disso, e de saber que suas dificuldades são muito especiais, vale a pena pensar nisso, romper algum de seus esquemas internos para vencer inimigos externos. 
Tenha em conta esses aspectos:
Não há pior inimigo do que seus próprios pensamentos limitantes. Em algumas ocasiões, chegamos a pensar que o nosso entorno está cheio de lobos, de ameaças constantes que impedem nosso crescimento pessoal, nossa felicidade.
Mude seus pensamentos e você mudará sua realidade. E não, essa não é uma frase feita.
Tire o poder de quem lhe faz mal ou fez isso no passado. Avance sem pesos inúteis. Não aumente seu sofrimento com ressentimentos calados.
No final, chegará um dia em que compreenderemos que o pior inimigo somos nós mesmos. Só então começaremos a ganhar batalhas e liderar nossa própria vida.
Compartilhar
Reflita sobre isso durante um instante. Em vez de focalizar a atenção no exterior para contemplar suas adversidades, olhe para dentro de si e encontre o valor que o sentido da sobrevivência lhe ofereceu. 
Como fazer frente às dificuldades
Em ocasiões nos cansamos de que nos digam aquilo de que o maior aprendizado é oferecido pelas adversidades, momentos vitais que nos põem a prova para que, através do sofrimento, adquiramos conhecimento.
Mas realmente há algo que é certo: nenhum de nós quer sofrer, e inclusive há quem nem sequer o tolere. Mas se não tivermos paciência diante das pequenas dificuldades, fracassaremos frente aos grandes problemas.
Todos vivemos no “aqui e agora” lidando com os problemas e esperando que esse conhecimento vital nos caia do céu para melhorar nossa situação. Até quando temos que esperar?
Em que momento liderarei, por fim, minha matilha de lobos, se vivo entre eles durante tanto tempo?
Há quem se acostume a viver com seus inimigos. Aceita, assume e se deixa levar por medo da mudança, por temor do que possa acontecer. Não podemos criticá-los, porque cada um é livre para viver a vida que desejar, embora seja às custas da infelicidade e da frustração.
Lidere sua vida, temos certeza de que o esforço vale a pena. Para isso, reconheça seus inimigos, os exteriores e também os interiores (é o medo? é a indecisão? a insegurança?)
Dê nome ao que acontece com você. Está infeliz ao lado de alguém? A vida que você tem agora não o faz feliz? Do que você tem medo?
É o momento de impor sua voz, mas você começará falando consigo mesmo: O que eu preciso para me sentir melhor? O esforço vai valer a pena? De que modo liderarei meus medos para fazê-los desaparecer? E meus inimigos exteriores?
É possível que você tema o resultado, mas a batalha sempre vai valer a pena porque vai ajudá-lo a se sentir vivo, capaz e valente. Seja você mesmo.
REVISTA PAZES





Aposentado espera por biópsia de próstata há sete meses na cidade

Larissa Pessoa - larissa.pessoa@jcruzeiro.com.br
 Sete meses. Esse é o tempo que o aposentado Claudinei Aranda, 66 anos, aguarda para fazer uma biópsia de próstata na rede pública de saúde. Ele passou em consulta no Ônibus Azul no dia 17 de dezembro do ano passado, quando o médico solicitou o exame, mas até agora o procedimento não foi agendado. Segundo Aranda, a demora pode agravar seu estado de saúde, pois, conforme relata, ele vem urinando sangue e teme o diagnóstico tardio de uma enfermidade. A Prefeitura informou que ele está na lista de espera do exame.

O aposentado conta que há cerca de nove meses fez o mesmo procedimento na Santa Casa de Misericórdia de Sorocaba, mas o médico solicitou a repetição do exame. "Como a gente tem uma idade avançada é importante se cuidar, mas é tudo muito demorado e para fazer particular não dá." Aranda conta que pesquisou o custo da biópsia na rede particular e o valor fica em torno de R$ 600.

Ele lembra que após o pedido médico para a realização do procedimento, imediatamente se dirigiu à Unidade Básica de Saúde (UBS) do Parque São Bento, bairro onde reside, e lá foi informado que a SES entraria em contato com ele para informar local e data do exame. "Até agora nada", e eu estou ficando preocupado, pois estou urinando bastante sangue." Aranda também diz que já ligou várias vezes na Prefeitura, mas nunca consegue ser direcionado para o setor adequado. "Ficam jogando a ligação de um lado para o outro e ninguém sabe de nada", reclama.
 Aranda conta que também já procurou pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, para que possa fazer o procedimento no Ambulatório Médico de Especialidades (AME), mas foi informado que o encaminhamento precisa ser feito, obrigatoriamente, pelo município.

Posição 81 da lista

Em nota, a Secretaria da Saúde informou que a priorização dos pacientes ocorre de acordo com a capacidade de atendimento e é feita observando critérios de regulação médica, com os resultados dos exames e indicação médica do paciente, não havendo um prazo de espera padronizado. Segundo a Prefeitura, "o caso do senhor Claudinei, conforme já respondido a ele via Ouvidoria, já foi priorizado de acordo com o protocolo, mas o resultado do exame de sangue não justifica classificação de urgência, passando na frente de outros pacientes. Atualmente há 246 pessoas aguardando esse exame e o senhor Claudinei está na posição 81 da lista".

Corra quem puder!

12 policiais são presos por cobrar propina de bingos

Amanda Gomes
do Agora
Uma operação do Ministério Público em conjunto com as Corregedorias da PM e da Polícia Civil prenderam ontem 12 policiais na capital e em outras 11 cidades do Estado suspeitos de corrupção.
Segundo a polícia, eles cobravam propina para acobertarem bingos e comércios com máquinas caça-níqueis.
Outras dez pessoas também foram detidas na ação.
Dos presos, oito são PMs, um deles coronel aposentado, e quatro, policiais civis, entre eles um da Corregedoria da Polícia Civil.
Os nomes deles não foram divulgados, diz a polícia, para não atrapalhar a investigação.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública da gestão Geraldo Alckmin (PSDB) e o Ministério Público, a investigação começou há um ano, após uma delação premiada de um dos investigados.

Bom Dia!

Quinta agitada aqui em Sorocaba. Greve de ônibus enraivecendo o trabalhador sorocabano.
Em Brasília o Congresso pegando fogo e o digníssimo presidente TREMER insistindo em ficar...copiando o Maduro, da Venezuela.
E no Brasil faltando tudo, inclusive dignidade ao povo...

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Projeto CineCafé exibe mostra de produções nacionais

Equipe Online - online@jcruzeiro.com.br
 Lançamentos de filmes nacionais e exibição de curtas são as atrações do projeto CineCafé em julho, no Sesc Sorocaba. Todas as terças, às 19h, no teatro da unidade, filmes brasileiros que foram lançados ano passado serão exibidos. Antes dos longas, curtas que abordam questões políticas, sociais, ambientais e culturais serão exibidos. Todas as atrações são gratuitas e recomendadas para maiores de 12 anos. Os interessados devem retirar os ingressos com uma hora de antecedência. O filme que abre a mostra nesta terça é Mãe só há uma (direção: Anna Muylaert). No longa, Pierre descobre que sua família não é biológica quando a polícia prende sua mãe. Confuso, ele vai atrás de seus parentes verdadeiros, que o conhecem como Felipe, e a nova realidade faz com que o rapaz encontre finalmente sua real identidade. Após as sessões, haverá um debate com a presença da atriz Dani Defussi. As próximas atrações do Cinecafé são: Big jato (direção: Claudio Assis) no dia 11; Mate-me por favor (direção: Anita Rocha da Silveira) no dia 18, e Mundo cão (direção: Marcos Jorge) no dia 25. O Sesc fica na rua Barão de Piratininga, 555.
 Peça infantil - A Ciavip Produções Culturais apresenta hoje, no Auditório Municipal Francisco Beranger, de Votorantim, a peça infanto-juvenilA culpa é de quem?. O espetáculo propõe o diálogo entre o mundo real e o virtual, equilibrando o uso da tecnologia com as relações interpessoais. As exibições acontecem às 9h e às 14h, com entrada gratuita. Na história da peça, um inspetor de alunos vê-se diante de um caso de bullying virtual em sala de aula. Diante do acontecimento, sugere uma atividade diferente na sala de informática: uma viagem virtual para resgatar os valores perdidos naquele dia. A peça tem o patrocínio da CCR ViaOeste, sendo realizada por meio da Lei Rouanet. O auditório fica na av. Vereador Newton Vieira Soares, 291.

Projeto 'Férias no Museu' recebe inscrições a partir desta quarta-feira

Equipe Online - online@jcruzeiro.com.br

Entreter as crianças durante as férias escolares e aproximá-las de espaços históricos da cidade é o objetivo do projeto "Férias no Museu" que começa a receber inscrições a partir desta quarta-feira (05). A atividade, que é realizada pela Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria da Cultura e Turismo está na sua 5ª edição e acontecerá nos dias 13 e 14 de julho no Museu Histórico Sorocabano.

Segundo a museóloga Daniella Gomes Moreira o projeto é importante para a formação de público do local, pois busca aproximar o público infantil ¿ que muitas vezes visita o museu somente com as escolas ¿ dos espaços museológicos da cidade.

As crianças poderão conhecer e utilizar os espaços do museu para recreação. No dia 13, a partir das 10h até as 12h, elas participarão da atividade "Brincadeiras Antigas", que será composta de atividades como passa anel, corre cotia, pula corda, bolinha de gude, entre outras. No dia 14, a partir das 15h, a garotada assistirá a exibição da animação "Divertidamente", em mais uma sessão do "CineBonde".

As atividades são gratuitas e as vagas são limitadas. A inscrição para participar das "Férias no Museu" deve ser realizada a partir do dia 05/07 através do e-mail: mhs@sorocaba.sp.gov.br. Para a inscrição são necessárias as seguintes informações: nome completo do participante e do responsável, idade da criança e telefones para contato.

O Museu Histórico Sorocabano está instalado na área do Parque Zoológico Municipal "Quinzinho de Barros" na Rua Teodoro Kaizel, 883, Vila Hortência.(Secom/ Sorocaba)




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Adiantamento do 13º do INSS está ameaçado

Leda Antunes e Renê Gardim
do Agora
O governo ainda não decidiu se vai antecipar ou não a primeira parcela do 13º dos aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) neste ano.
Ontem, durante reunião no Palácio do Planalto, o deputado federal Sinval Malheiros (Podemos-SP), foi informado por Antônio Imbassahy, ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, que não há dinheiro ou previsão para antecipar a primeira parcela do 13º dos segurados do INSS.
A exemplo do que ocorreu em 2015, no governo Dilma, há, na equipe econômica de Michel Temer, certa resistência ao adiantamento da primeira parte do abono de Natal.
A possibilidade de pagar o 13º de uma só vez em novembro é melhor aceita por alguns técnicos do governo, informou ao Agora uma fonte a par das negociações.

Frio deve perder a força só a partir da sexta-feira

Folha de S.Paulo
Madrugadas geladas, manhãs mais quentes e tardes frias novamente.
O inverno do paulistano deve seguir assim até a sexta-feira, quando é prevista uma leve subida dos termômetros na capital paulista.
O clima nesses últimos dias tem sofrido a influência de uma massa de ar seca e fria de origem polar, que está segurando a ocorrência de chuvas significativas.
A capital não registra grandes volumes de chuva desde o último dia 13 de junho.
Sem nuvens no céu, a temperatura tem despencado nas madrugadas, ganhado força pela manhã e caído novamente ao final do dia, segundo o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências), órgão da prefeitura.
Na segunda-feira, a capital registrou a tarde mais fria do ano, com termômetros na casa dos 15,8ºC.

"Pior que tá num fica". Ficaaaaaa!! Já ficou! hahahahaha

Tiririca é acusado de assédio sexual por ex-empregada

 

Folha de S.Paulo
O deputado federal Tiririca (PR-SP) é acusado por uma ex-empregada doméstica de assédio sexual.
O caso chegou ao STF (Supremo Tribunal Federal) na semana passada, porque o parlamentar tem foro privilegiado.
Francisco Everardo Oliveira Silva, nome do deputado, teria assediado a ex-empregada, que trabalhou para ele e sua mulher como babá entre março e junho de 2016, em uma viagem a São Paulo em maio daquele ano.
De acordo com o depoimento dela, Tiririca chegou ao apartamento em que a família e dois assessores estavam hospedados exalando "odor etílico" e teria jogado a empregada no sofá da sala, dizendo obscenidades.
"Francisco segurou a declarante pelo braço, jogou-a no sofá da sala e segurando-a por trás e pela cintura disse: 'vou comer seu c., vou comer sua b.' e passou a desabotoar as calças", disse, em depoimento à polícia.
Resposta
A defesa do deputado Tiririca (PR-SP) afirmou à Justiça que ambos os casos de assédio, em São Paulo e Fortaleza, jamais ocorreram.
Segundo o advogado Fernando de Carvalho Albuquerque, a ex-babá estaria tentando "utilizar o estereótipo do personagem" de Tiririca para "atribuir-lhe os mesmos comportamentos em sua vida pessoal e privada".
"No palco, o reclamado dois [Tiririca] interpreta um palhaço com linguajar coloquial, e, por vezes, vocabulário chulo. Isso não significa que o traga para sua vida pessoal o comportamento do personagem", disse à Justiça.
O advogado também afirmou que o motivo da demissão da ex-empregada foi a "incompatibilidade" com as atribuições da casa, e o consumo de bebidas alcoólicas no trabalho.
Ele citou ainda a suposta tentativa de extorsão.

Bom Diaaa!


segunda-feira, 3 de julho de 2017

Tenho o livro e cada vez que leio, amo mais!

“Quando Nietzsche Chorou” – a nossa dica de livro desta semana

 “Um texto que dá prazer é degustado vagarosamente. São estes os textos que se transformam em carne e sangue, como acontece na eucaristia.” Assim afirmava o escritor Rubem Alves, que também afirmou que escrever era o seu “jeito de ficar por aqui“. Assim, “cada texto é uma semente, depois que eu for, elas ficarão. Quem sabe se transformarão em árvores? Torço para que sejam ipês amarelos.”

'Desfabricar' agora é uma oportunidade de negócios

Daniela Jacinto - daniela.jacinto@jcruzeiro.com.br

 Fabricantes de produtos, das mais variadas áreas, ainda estão se adaptando a uma lei que já pode ser considerada antiga: a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Desde 2010, a norma tem estimulado a conscientização e cobrado responsabilidade das empresas com relação à destinação final daquilo que produzem. Ao mesmo tempo, essa lei acabou apontando para uma necessidade cada vez mais crescente no Brasil: a de setores que trabalhem com logística reversa e manufatura reversa, ou seja, que façam o papel de "desfabricantes", desmontando os produtos e dando destinação adequada a cada uma das peças. A matéria-prima é muitas vezes reaproveitada, dando origem a um outro material para ser disponibilizado no mercado.

A área é promissora para quem deseja ter um negócio próprio, por atender a uma necessidade das indústrias e também do poder público. Em Sorocaba, poucas empresas atuam nesse segmento. Entre as que fazem manufatura reversa está a Oxil, que trabalha com eletrônicos. Em Votorantim, a manufatura reversa tem transformado bitucas de cigarro em papel, que é usado por crianças estudantes do Sesi nas aulas de arte.

Considerada uma das pioneiras no País na manufatura reversa de eletrônicos, a Oxil -- empresa do grupo Estre Ambiental, situada no bairro Aparecidinha -- recolhe notebooks, celulares, tablets, mouse, teclado e televisores de indústrias e empresas parceiras. Os equipamentos são desmontados e cada parte de seus componentes é separada com o objetivo de reaproveitamento. Placas, cabos, fios, ferro, carcaça de computadores, tudo isso é encaminhado para reúso. Já as baterias de celulares, por serem inflamáveis, passam por um processo químico de transformação.

Corine Angulo, profissional de Planejamento e Operações de Valorização da empresa, informa que os dados são confidenciais e que jamais os funcionários abrem computador ou celular para verificar os conteúdos. "Destruímos sem acessar os dados, é uma garantia nossa. Realizamos um procedimento muito sigiloso."

Além da manufatura reversa, que é o serviço de desmontar e dar destinação às peças, a Oxil também realiza a operação de logística reversa, que percorre o caminho inverso dos produtos, cuidando principalmente do recolhimento dos materiais produzidos. "Vale lembrar que, hoje, o mercado brasileiro de produtos eletrônicos é considerado o quinto maior do mundo, perdendo apenas para China, EUA, Japão e Rússia", ressalta Corine.

Dicas e informações

Com a proposta de incentivar as pessoas a terem empresa nesse segmento, o que seria uma ideia de negócio lucrativo, mas principalmente ajudaria a preservar o meio ambiente, o blogueiro Fúlvio Stelli publicou dicas e informações sobre leis e iniciativas a respeito no endereço https://is.gd/frIH51. Vale a pena conferir.

Empréstimo ao consumidor fica mais caro

Folha de S.Paulo
Algumas linhas de crédito não ficaram mais baratas, como se esperava com a taxa básica de juros menor
Algumas linhas de crédito concedido a consumidores estão ficando mais caras, e não mais baratas, como se esperava desde que a taxa básica de juros entrou em trajetória de queda.
De outubro de 2016 até maio deste ano, o Banco Central já cortou a Selic, que é o custo básico do crédito, de 14,25% para os atuais 10,25%. A expectativa é de que termine o ano em 8,5%.

Um a cada três brasileiros tem medo de violência e da PM

Folha de S.Paulo
Um a cada três brasileiros tem medo da violência urbana nas ruas de seu bairro tanto quanto da Polícia Militar. É o que mostra pesquisa inédita feita pelo Datafolha sobre medo e percepção de segurança.
Realizado em 194 municípios do país, o levantamento apontou que 49% dos brasileiros têm medo de ser alvo de violência por parte da Polícia Militar e 60% têm medo de andar nas ruas da vizinhança depois do anoitecer. Um terço (35%), no entanto, tem medo das duas coisas.
A sensação de vulnerabilidade e a ideia de que não há a quem recorrer, dizem especialistas, promove isolamento, enfraquece a coesão social e favorece a busca individual de medidas de segurança (nem sempre lícitas e que não melhoram o quadro geral). "O brasileiro hoje é refém do medo. Essas pessoas se sentem indefesas", avalia Arthur Trindade, ex-secretário da Segurança Pública do Distrito Federal e professor da Universidade de Brasília, que estuda o medo do crime.

Segunda fria mas muito produtiva. Boa tarde e Boa Semana!

domingo, 2 de julho de 2017

Carinho que aflora

Revista Bons Fluidos

Esse dá vontade de espalhar pela casa, distribuir entre os amigos...

Reportagem: Julio Giraldes / Fotos: Paulo Santos / Produção: Silvia Goichman

Escolha uma letra – a inicial do seu nome, de alguém que você admira, ou quem sabe uma que simbolize algo bom. A ideia é preenchê-la completamente mesclando flores maiores com outras menores, folhas e, se quiser, um recorte de borboleta ou passarinho. Última dica de capricho: use uma moldura dourada para compor o visual.


1: Você pode desenhar a letra à mão livre ou usar um molde. Vale ainda pesquisar a letra no computador, imprimir no tamanho desejado em papel sulfite, recortar e colar no papelão para servir de guia. Dê preferência para letras mais grossas e menos detalhadas.

2: Com uma tesoura, recorte o papelão buscando manter o mais fiel possível a forma da letra escolhida. Se errar, faça outro desenho até chegar ao formato mais bonito que conseguir. Quanto mais uniforme for o traço, mais fácil será a colocação das flores.

3: Use cola quente para prender as flores no papelão. Algumas podem ter protuberâncias na parte de trás, então corte o mais rente possível para aderirem mais facilmente
à superfície em questão. Por fim, deixe a cola secar. Fixe na parede com fita dupla face.

MATERIAL

• Papelão
• Tesoura ou estilete
• Folhas e flores artificiais
• Cola quente
• Fita adesiva dupla face
• Moldura
Esse dá vontade de espalhar pela casa, distribuir entre os amigos...

Na onda do consumo compartilhado

Algo que já não serve para um pode ser útil para outro. Com esses itens é possível fazer ótimos negócios, que não envolvem dinheiro, mas são lucrativos para a sociedade e a natureza

Simone Serpa
Revista Bons Fluídos

O empresário paulista Luis Gustavo Marques da Silva nem pensou no valor monetário dos objetos quando trocou um som automotivo por um carrinho de controle remoto para o filho. Ou quando deu um DVD em prol de um kart elétrico. Na linha do desapego, da troca e do compartilhar, o que conta é quanto determinado objeto vai ter de utilidade para cada um. "Valores são relativos; a questão é abrir espaço para o novo. Me desfaço de algo que não uso e recebo algo que usarei", diz Luis. Tudo começou há um ano, depois de uma arrumação em que ele se deparou com coisas que só atravancavam a casa e já não tinham interesse para a família. "Fui buscar sites de troca e encontrei o Toma Lá, Da-Cá! (tomaladaca.com.br)", conta. "Tenho vários itens anunciados, aguardando boas oportunidades." Luis já aprendeu que nem sempre as propostas são vantajosas. Quando ele vê benefício, aí as negociações evoluem: os envolvidos mandam fotos dos itens, falam por telefone para saber detalhes e, se tudo estiver certo, marcam o encontro para efetivar o escambo.
A prática do passar para a frente em vez de simplesmente descartar aquilo que não se deseja mais embute a preocupação de esgotar a vida útil de um bem - evitando o consumo inflacionado e a geração de lixo. Conceito altamente contemporâneo, uma vez que a população mundial não para de crescer - até 2020 estima-se que só na China nasçam aproximadamente 100 milhões de pessoas - e as fontes de energia são esgotáveis. "O mundo não se sutenta com os níveis de consumo atual. Portanto, é urgente fazer opções mais conscientes", diz Dalberto Adulis, gerente de metodologias e conteúdos do Instituto Akatu, organização não governamental que trabalha com a sociedade no sentido de orientar justamente essas escolhas.
O importante é fazer as coisas rodarem de mão em mão
O presidente do Instituto Mobilidade Verde, Lincoln Paiva, destaca que esse caminho do compartilhamento vem sendo trabalhado aos poucos. "Ao longo dos anos, aprendi a fazer isso por meio de nossos projetos", diz. Um exemplo é o Bibliotaxi, que, como o nome já sugere, é uma biblioteca dentro dos táxis, criada por Lincoln, apadrinhada pelo jornalista Gilberto Dimenstein e atualmente administrado pela empresa Easy Táxi (bibliotaxi.wordpress.com). Funciona assim: o taxista recebe um kit com um bolsão e alguns livros. O passageiro que entra no táxi e gosta de algum título pode pegar e levar consigo. Simples assim. Quando acaba de ler a pessoa deposita o livro na bolsa de outro táxi. Se quiser, também pode ficar com o livro ou doar novos títulos. Mas sem obrigações. A ideia é fazer o livro - e, consequentemente, a leitura - atingir o maior número de pessoas possível. Wagner Caetano, taxista em São Paulo, é um dos que aderiu ao Bibliotaxi. "No trânsito pesado de São Paulo, as pessoas gostam da surpresa e são receptivas", afirma. Segundo Tallis Gomes, idealizador e co-CEO do aplicativo Easy Táxi, os 120 mil taxistas cadastrados em mais de 27 países têm possibilidade de aderir ao programa.
Livros, aliás, estão entre os artigos mais populares quando o assunto é escambo. Manter os volumes em casa é considerado por muitos amantes da leitura inconveniente, oneroso e trabalhoso, pelo espaço que ocupam. O melhor é ler o máximo, gastando o mínimo. A baiana Rosana Bernas, pedagoga, está nessa desde 2009, quando descobriu o Skoob - books escrito de trás para a frente -, um endereço virtual para trocar livros, ideia do carioca Lindenberg Moreira (skoob.com.br). O processo é fácil: o usuário se cadastra, informa os títulos que disponibiliza e os que gostaria de ter. "Cada pessoa tem uma estante virtual. Uma consulta a estante da outra e, se encontrar algo que interesse, combina a permuta", explica Rosana. Pode acontecer de um enviar o livro pelo correio e o outro não. Nesse caso, o site não se responsabiliza pela possível fraude, mas, em compensação, a fama do fraudador se espalha. Quem não cumpre o combinado perde a credibilidade e, pelo jeito, basta. Em cinco anos de existência, o Skoob já registra 1,405 milhão usuários, pouco mais de 50% da Região Sudeste.
Vale a máxima: menos é mais
Lincoln Paiva defende o hábito de dar uma coisa por outra como um exercício de desprendimento e para lembrar que devemos nos apegar às pessoas e não aos objetos. "Não sou contra o consumo. Sou avesso ao consumo imbecilizado", distingue. O filósofo Jelson Oliveira, professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC-PR), partilha da mesma opinião. Inclusive, está lançando o livro Elogio da Simplicidade (ed. PUCPRess). Entendendo-se por simplicidade não a falta ou a precariedade, mas a essencialidade. "Essa é a virtude mais urgente de nosso tempo, em que predominam o excesso, a pressa, a correria, o consumismo e muitas outras formas de fuga de si mesmo", diz Jelson.
Não só as pessoas mas também as empresas precisam repensar suas práticas sociais, produtivas e econômicas. Algumas já estão buscando formas de se antecipar ao que vem por aí, introduzindo modelos de negócio bem diferentes dos convencionais. Dalberto cita o exemplo da Mercedez Benz, montadora que, na Alemanha, passou a alugar veículos em vez de apenas vendê-los, comportamento que se dissemina na Europa. Outro compartilhamento valioso é o de espaços urbanos. No momento em que cedem lugar para bicicletas, ruas de pedestres ou mesmo pequenos cantos de convivência, as cidades tornam-se mais amigáveis e, portanto, mais utilizadas e seguras.
Intercâmbio de casas e cultura
A jornalista mineira Renata Monti, radicada no Rio de Janeiro, aderiu à troca de casas (usou o homeforexchange.com) como forma econômica de viajar nas férias. Ela experimentou o intercâmbio de apartamentos com um francês, morador do bairro de Marais, em Paris, e ficou nada menos do que 23 dias hospedada na casa dele. Sem gastar nada. Em retorno, ele ficou na casa dela. "Diferentemente do hotel, o intercâmbio de casas promove uma vivência cultural. Por exemplo: enquanto eu e meu marido dávamos dicas de coisas legais e não tão turísticas para o francês, ele nos escrevia quase diariamente mandando ideias de onde ir, o que fazer." Depois da busca e do primeiro contato via site, ela marcou bate-papos pelo Skype com o médico francês para alinhar expectativas. Ambos enviaram informações sobre o perfil de cada um, se fumavam, se tinham animal de estimação, se estavam dispostos a deixar o carro livre etc. "Mesmo assim fiquei nervosa ao sair de casa. A ideia de que a pessoa pode estragar tudo é apavorante. No entanto, quando cheguei na casa dele, vi que ele havia deixado coisas de valor à mostra e não teria por que fazer algo errado com a minha casa." Aí foi só aproveitar a viagem. E tudo com uma economia estimada em 5 mil reais!

Trocas do bem


Conheça alguns endereços (virtuais ou físicos) onde é possível fazer os mais diversos tipos de escambo


Um livro por outro
Há sites como o Bookcrossing em que o conceito é deixar um livro em local público para ser encontrado e lido por outra pessoa. Daí divulgarem os pontos de troca. Outra opção é o Skoob.
* bookcrossing.com.br
* skoob.com.br
Meu DVD por...
No aplicativo Bondsy, da App Store, ou no DescolaAi basta cadastrar-se e começar a fazer ofertas por qualquer produto disponibilizado. Vale máquina fotográfica por um jantar.
* descolaai.com
* tomaladaca.com.br
Intercâmbio de casas
No Home For Exchange, o usuário pode descobrir um morador de uma cidade que deseja visitar querendo vir para a cidade onde mora. O Trocacasa é uma versão em português do mesmo tema.
* trocacasa.com
* homeforexchange.com


Compartilhe sem medo


1. Repare se o site oferece a possibilidade de os usuários avaliarem a reputação das pessoas com as quais fizeram a troca. Isso intimida posturas fraudulentas.
2. No caso da troca ocorrer pessoalmente, o ideal é marcar um encontro em um lugar público e seguro. Quem estiver mal-intencionado não vai aparecer.
3. Quando o motivo do contato for a troca de casas, veja se o site disponibiliza um modelo de contrato. E cerque-se de referências como quem já se hospedou no local.

A energia do dinheiro em equilíbrio

Por: Nina Campos | Colaborou: Ligia Maciel (Associação Palas Athena) | Ilustrações: Julio Giraldes


Podemos desenvolver uma relação mais saudável com a moeda, derrubando crenças que limitam nossa prosperidade e identificando quais são, de fato, nossos valores.

 

Todo mundo precisa de dinheiro. Mesmo monges que vivem em isolamento, mesmo pessoas que optaram por morar em comunidades autossustentáveis. A questão é como
lidamos com o metal, destaca a psicóloga Mônica Guttman, de São Paulo.

De acordo com ela, essa tarefa não é fácil, porque temos uma grande dificuldade de lidar com trocas e reconhecimento de valores. “Se pensarmos bem, o dinheiro foi criado como um símbolo da troca: eu te dou algo, você me dá algo em retribuição”, diz a especialista. “O problema é que a noção de troca foi se perdendo. Na era capitalista o dinheiro virou mais do que uma ferramenta para obtenção de bens. Tornou-se o grande objeto de desejo, a grande referência, um quase Deus.”

Além disso, passou a embutir projeções humanas. “O dinheiro em si, hoje, fala sobre o que as pessoas são e entendem da vida, nossas luzes e nossas sombras”, revela a terapeuta.

O que a forma de lidar com o dinheiro diz sobre você? Quem tende a acumular mais pode evidenciar um estado de competitividade – de querer estar sempre em primeiro lugar. Já aqueles que ficam felizes quando a moeda circula são colaborativos, enquanto os que doam tendem a refletir generosidade. Em um nível mais profundo, a relação com a moeda pode revelar ainda nossa afinidade ou não com a prosperidade.

É que, enquanto algumas pessoas lidam com o dinheiro como possibilidade conectada com o fluxo da abundância, outras acabam conectando-se com a moeda de forma nociva – da acumulação pura e simples, sem desfrute, como bem ilustra a figura do avarento. Quantas pessoas não passam a vida toda guardando, guardando e ficam amargas, incapazes de sentir o lado positivo de um recurso financeiro – ferramenta de realização dos nossos desejos, de nossa sobrevivência.

“Outro problema das pessoas gananciosas, que só trabalham pelo prazer de fazer crescer as cifras no banco, é que isso não tem ponto-final. Porque quanto mais se tem, mais se quer. É como um vício, uma projeção de poder”, explica a psicóloga.

Não deixa de ser uma distorção de imagem. Por isso, até como um meio de bem-estar, Mônica defende a importância de atribuir o valor adequado à moeda – sem menosprezá-la nem muito menos transformá-la em algo maior do que realmente é.

Identificar algumas crenças limitantes – de que a moeda é suja, não traz felicidade ou, pior ainda, de que não somos merecedores dela – é o primeiro passo para fazer as pazes com as finanças e atrair tudo que ela pode trazer de bom.

O segundo passo é ressignificar o conceito do que é dinheiro. “Associamos um valor emocional a ele por conta das imagens e significados subjetivos que carregamos. Por essa razão, às vezes podemos nos relacionar com a moeda de modo muito diferente do que ela representa de fato”, diz a terapeuta. “Esquecemos que se trata de um instrumento que possibilita a troca de energias. Daquilo que eu tenho por aquilo que você tem. Ou, mais ainda, que é uma consequência de estarmos colocando nossos
dons e talentos a serviço de algo.”

Contextualizado dessa forma, o dinheiro é a nobre recompensa pelo trabalho que executamos e que nos permite viver nessa sociedade.
Há ainda um terceiro e último ponto a destacar para que a moeda possa circular pela nossa vida com mais naturalidade: identificar o que projetamos de bom e de ruim nela.

Projeções embutidas Autoestima, capacidade de dar e receber, medo, culpa, recompensa afetiva. São muitas as luzes e sombras projetadas no vaivém financeiro. “Para algumas pessoas é comum linkar o dinheiro como alguma forma de manipulação nas relações familiares. Há pais que preferem pagar pelo afeto que não conseguem expressar para os filhos, maridos que pressionam esposas, e vice-versa. Essas pessoas acabam usando a moeda para compensar a dificuldade de prover outras coisas como, por exemplo, a presença física”, afirma Mônica.

Outro exemplo clássico é do pai que vai viajar e não pode levar a filha. “Como ele se sente culpado por deixá-la, cede à pressão que ela faz para aumentar a mesada e lhe dá uma soma maior mesmo sabendo ele que esse aumento vai prejudicar as finanças da família depois”, destaca Mônica.

Há também a desculpa da falta de dinheiro como meio de manter as coisas como estão, sem desafios, sem mudanças. “Conheço muitas histórias de filhos que sabotam sua vida profissional e financeira só para não sair da casa dos pais. Isso só reflete um medo muito grande de amadurecer e enfrentar o mundo de maneira independente”, ela ilustra. Na mesma esteira, é comum alguns casais continuarem presos ao casamento fracassado (quando o amor já não existe) usando os recursos financeiros
como justificativa para evitar a dor de uma separação.

“Tudo isso reflete a importância de ter autonomia em relação à própria vida. De ser dono de si e não se deixar dominar por nada, nem ninguém. Muito menos pelo dinheiro”, acentua Mônica. “Eu posso ter o controle do dinheiro, posso fazer do dinheiro um aliado da minha vida, e isso é muito bom. Mas, quando eu deixo o dinheiro
(ou a falta dele) me dominar, abro mão de algo muito maior. Perco minha autonomia, minha capacidade de fazer escolhas”, evidencia.

Nadando contra a corrente Segundo a psicóloga, em uma sociedade como a que vivemos – apoiada na possibilidade financeira, incluindo recursos coletivos, como saúde, educação e moradia –, essa relação com o dinheiro precisa migrar da toxicidade para uma convivência mais saudável para não infantilizar, escravizar e sabotar
o crescimento, como descrito nos casos anteriores.

Quando nos tornamos reféns do capital, nossa liberdade passa a ser cerceada e nossas escolhas ficam limitadas em vez de ampliadas. “Se por um lado o dinheiro possibilitou a construção, o desenvolvimento e a criação de bens fundamentais – como na área da tecnologia, por exemplo – muita destruição, sofrimento e subserviência também tiveram suas origens na ideia de lucro e do acúmulo de riquezas”, analisa. “Vivemos em uma cultura egoísta, e o dinheiro espelha isso.
Quem tem mais pode mais. Quem tem menos pode menos. Essa relação causa destrutividade, já que a completa ganância de alguns é a impossibilidade de outros”, critica. E completa: “Nossa relação com o dinheiro não deixa de ser parecida com um jogo. Só precisamos aprender a jogar de maneira mais justa, criativa e iluminada”.

Muitas vezes, a percepção de que tempo é dinheiro contribui ativamente para um universo ainda mais competitivo e nocivo. Dedicamos a maior parte do nosso tempo para trabalhar, poupar e acumular. E, com isso, esquecemos que vivemos também para ter momentos prazerosos, compartilhá-los com os amigos e a família, para conhecer pessoas e lugares... É importante ressaltar a necessidade de termos mais tempo para respirar no meio do frenesi. Para relaxar, descansar e criar. Deixando
um pouco de lado a fixação em relação ao ganho financeiro e, acima de tudo, refletindo sobre o papel que temos no mundo. “Quanto mais nós trabalhamos o autoconhecimento e o desenvolvimento pessoal, melhor lidamos com os problemas e situações da vida. O dinheiro espelha muito esse conceito de prosperidade. Então, se eu sou alguém que tem uma boa autoestima, eu vou me relacionar com o dinheiro de forma mais confiante também”, ensina Mônica.

É possível fazer diferente Entre os dias 4 e 25 de maio, das 19h30 às 21h30, Mônica Guttmann ministrará o curso Luzes e Sombras que Projetamos no Dinheiro: O Jogo do Banco Imaginário, na Associação Palas Athena. Através de um jogo criativo chamado Banco Imaginário (alusão ao Banco Imobiliário), a psicóloga propõe
que lancemos um olhar reflexivo sobre a forma como nos relacionamos com o dinheiro, tanto por um ponto de vista individual como numa esfera coletiva. A ideia é olhar para nossas crenças e valores e questionar a forma como elas surgiram e como se mantêm através das nossas vivências. Dessa maneira, os participantes poderão
tomar consciência sobre o modo como lidam e como gostariam de lidar com o espaço e a função do dinheiro em sua vida. O jogo será a ferramenta que possibilitará aos participantes contemplar alguns padrões de comportamento que mantemos de forma espontânea e se questionarem sobre uma nova forma de lidar com isso. “O objetivo é que deixemos de ser reféns das projeções que criamos para tentar transformar as estruturas da sociedade em que vivemos e lidar com nossa vida financeira de forma mais criativa”, conta a especialista.

Liberação dos remédios para emagrecer divide os médicos

Emerson Vicente
do Agora
A Câmara dos Deputados aprovou no último dia 20 a lei que libera a produção e a comercialização dos remédios inibidores de apetite contendo as substâncias sibutramina, anfepramona, femproporex e mazindol.
A lei revoga a proibição feita pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que diz não haver comprovação da eficácia das substâncias. A exigência da receita médica foi mantida.
A polêmica divide os médicos. Uma parte é favorável à liberação, enquanto outra aponta um grande erro.

Bom dia! Bom Domingo!