Moradores do entorno do Horto Florestal (zona norte), região de risco para a febre amarela, estão preocupados com a infestação de pernilongos. Eles temem que os mosquitos estejam infectados com o vírus da doença.
Segundo a motorista Priscila Tavares, 40 anos, que mora a poucos metros do Horto, é comum o aumento dos mosquitos nesta época do ano, mas ela conta que, neste verão, a quantidade é ainda maior, principalmente no fim de tarde.
"Sempre tivemos pernilongos aqui, mas não com tanta frequência como agora. Moro no segundo andar e mesmo com repelente elétrico eles continuam dentro de casa", afirmou Priscila.
A motorista também reclamou da diminuição do fumacê, que até o fim do ano passado era feito diariamente no entorno do parque. Agora, não é feito mais, diz.
Resposta Área técnica faz avaliação de controle A Covisa (Coordenação de Vigilância em Saúde), órgão da gestão João Doria (PSDB), disse que as ações feitas no fim do ano na região do Horto eram para controlar o Aedes aegypti. "Esses serviços ocorrem a partir de notificação de caso suspeito de chikungunya, dengue, zika e febre amarela ou de epizootia [morte de macaco] confirmada de febre amarela e são definidos de acordo com a necessidade constatada pela área técnica", afirmou.
Segundo a Covisa, novas nebulizações foram feitas na semana passada. Já as ações de combate ao mosquito culex (pernilongo comum) também são planejadas por técnicos.
A Secretaria Estadual de Meio Ambiente, da gestão Geraldo Alckmin (PSDB), que administra o Horto, diz que, por ser área de conservação, não pode interferir no ecossistema. "Por si só, [o ecossistema] já atua de modo a eliminar eventuais invasores e reage em caso de alterações no ambiente."(RS)
A perda da massa muscular é inevitável no envelhecimento. Segundo a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, a sarcopenia –o nome clínico da doença– atinge 46% da população brasileira acima dos 80 anos.
"A sarcopenia é mais comum do que se imagina. O mundo estudou muito a doença dos ossos, e não deu a devida importância à sarcopenia. Mas, hoje, já é encarada como um mal que tem que ser combatido", diz Roberto Rached, fisiatra do Hospital das Clínicas.
O problema é encarado de duas formas. Na primária, ocorre uma evolução natural com o envelhecimento da pessoa. Já a secundária é decorrente de outras causas, como hipertensão, diabetes, sedentarismo, por exemplo.
Honestidade, raridade deste país de espertezas, Onde política é escola para ficar rico da noite pro dia, Onde a miséria é inerente nesse país de riquezas, Onde se pune a verdade e glorifica a mentira.
O que enobrece a nossa elite é a esperteza, Incentivando aos nossos jovens que roubar vale a pena. Honestidade neste país é sinal de pobreza, De quem não terá nada, de quem se apequena.
País onde a esperteza nem pensa em ser sutil, Onde a justiça é cega e não vê esses matreiros. Onde o lixo vira comida nesse rico Brasil, Pois a miséria e a fome são do povo companheiro.
Por que essa avareza de brigar pelo poder e riqueza? Por que não dividir as riquezas que a natureza nos dá? Pois pertence a todos e não a esses imbecis que usam de espertezas. A honestidade morta não tardará, ainda renascerá... Luiz Carlos Rodrigues dos Santos
Semana decisiva para mim. Amanhã será atribuição de aulas e consequentemente o ano realmente começa.
Good Vibes para que o melhor aconteça para mim e para você!
Duas pessoas morreram na capital paulista por reação à vacina da febre amarela, segundo a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo. Ao todo, seis mortes foram notificadas como supostas reações à vacina. Uma delas foi descartada, de acordo com a pasta. Outras três ainda estão em investigação.
Entre os dois casos confirmados, as mortes teriam ocorrido por alguma deficiência imunológica que não foi detectada durante a triagem. A pasta não confirma nomes ou idades.
Pessoas recém-vacinadas podem apresentar reações adversas. Dores no corpo, de cabeça e febre podem afetar entre 2% e 5% dos vacinados nos primeiros dias após a vacinação e podem durar entre 5 e 10 dias. Mortes, no entanto, são raras: a pasta estima que ocorra um caso a cada 500 mil vacinados. Uma idosa de 76 anos, moradora de Ibiúna, morreu no último dia 16, oito dias após receber a vacina.
Havia uma galinha
muito sabida morando numa fazenda rodeada de animais.
Na fazenda haviam
vaca, gato, cachorro, coelho e pato.
Um belo dia, de
manhãzinha, a galinha teve a ideia de fazer pão com a ajuda da vizinha.
– Dona vaca –
disse a galinha. Cocoricó!
– Bom dia vizinha
– Disse a vaca à galinha. Muuuuuu!
– Estava pensando
em assar um pão de milho bem quentinho, você me ajudaria a plantar o milho, e dividir o pão? Cocóricó!
-Eu não dona
galinha! Plantar milho não é tarefa pra vaca fazer, eu passo o dia todo
pastando, é isso o que eu faço! Muuuuuu!
-Tudo bem, eu
planto sozinha! Cocóricó!
E lá foi a
galinha, com um plano na cabeça e um grão de milho para plantar. Quando o milho
já estava bem grandinho, e pronto para ser colhido, lá foi a galinha pedir
ajuda a seu amigo.
-Bom dia coelho!
Cocóricó!
-Bom dia dona
galinha. Respondeu o coelho à sua vizinha.
– Onde vai tão
apressado? Cocórico!
– Ora, vou até o
lago.
– Hum…- pensou a
galinha – Tive a ideia de fazer um pão para meus pintinhos, colhi e plantei um
grão de milho, que está prontinho para ser colhido, se me ajudar nesta tarefa
divido com você este pão. Cocóricó!
– Eu não dona
galinha, colher milho não é tarefa pra coelho fazer, eu passo o dia roendo, é
isso o que eu faço!
– Tudo bem, eu
colho sozinhha! Cocóricó!
No caminho para a
colheita a galinha ruiva encontrou o pato, seu vizinho do lado, e perguntou se
ele não gostaria de lhe ajudar a fabricar a farinha, para produzir o pão para
todos e sua família.
– Eu não dona
galinha, fabricar farinha não é coisa
para pato fazer, eu passo o dia nadando
no lago é isso o que eu faço. Quen…Quen!
– Tudo bem, eu
faço sozinha – resmungou a galinha! Cocóricó!
Com a farinha
pronta, a galinha pensou em como poderia ser bom ter a ajuda de mais algumas patinhas
para amassar o pão.
Neste momento
passou em frente à sua casinha o gato correndo atrás do rato e o cachorro atrás
da gato, e pensou a galinha: vou convidá-los para amassar o pão!
– Bom dia, gato
e cachorro, onde vão tão apressados?
Cocóricó!
– Apostamos uma
corrida com o rato, que disse que era mais rápido e corria feito um trovão!
Auau!
– Mas eu apostei
que pegava o rato antes de chegar na estrada, primeiro ainda, que este cachorro
babão! Miaaau!
– Pois ao invés de
ficarem gastando energia com uma disputa tola, por que não me ajudam a amassar
esse pão? Assim terão o que comer depois de tanto exercício, não?
– Eu não!
Responderam os dois animais em um só tom! – Sovar pão não é tarefa para gato e
cachorro fazerem, nós brincamos o dia todo é isso o que fazemos.
– Tudo bem, eu
sovo sozinha! Cocóricó!
Neste mesmo dia,
quando já era tardinha, estavam todos os vizinhos da galinha em seu portão.
Eles sentiam o
cheiro bom que vinha da cozinha, e a galinha percebeu toda aquela movimentação.
– Boa tarde meus amigos,
o cheiro do pão não está divino, não?!
E todos
responderam em coro e alto som:
– Sim dona
galinha, e estamos famintos, já fizemos tudo o que tínhamos para fazer durante
o dia, agora seria bom experimentar desse seu pão.
– Que bom, disse a
galinha, mas agora eu vou comer o pão somente com a minha família, por que
nenhum de vocês me ajudou com essa tarefa, eu fiz tudo sozinha. Cocóricó!
Grupo faz bordado e crochê para enfeitar muros e postes
Amanda Gomes do Agora
Já pensou em andar pelas movimentadas ruas da capital e olhar para uma grade, árvore, portão ou muro e se deparar com desenhos ou frases feitos de bordado ou crochê? É esse o trabalho que um grupo de mulheres faz há dois anos e meio. Elas transformam parte da cidade por meio das linhas e da arte.
São pássaros, flores, corações, bambolês, círculos, frases de protesto e o que a criatividade sugerir no momento da criação do projeto. Tudo feito de uma maneira poética e colorida.
O coletivo Meiofio é formado por sete mulheres que usam as técnicas do crochê e do bordado nos espaços urbanos, sejam públicos ou privados. Elas entendem que, com o trabalho, as pessoas vão prestar mais atenção por onde passam.
O grupo faz a intervenção e deixa no local pelo tempo que durar. Há projetos que duram meses e outros, horas. A forma de fixar também depende do tipo do local: usam de grades a pregos.
Virar empreendedor é opção para sair da informalidade
Gilberto Yoshinaga do Agora
Seja por vocação ou por necessidade, é cada vez maior o número de trabalhadores informais que decidem legalizar sua condição como MEIs (Microempreendedores Individuais). Para ter mais chances de obter êxito, porém, é preciso se preparar.
"É importante se planejar e traçar um plano que verifique a viabilidade do empreendimento e os gastos, além de fazer uma projeção dos possíveis ganhos, entre outros aspectos", explica Enio Pinto, especialista em empreendedorismo do Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).
O Sebrae oferece consultoria, cursos e oficinas gratuitos para quem quer aprender a se planejar e a gerir um negócio. "Para ter vida longa como MEI, recomendo procurar o Sebrae antes e se preparar", orienta Pinto.
Maior atleta paralímpico masculino do mundo em número de medalhas, o paulista Daniel Dias é a prova de que as limitações e os preconceitos são distorções da mente. Por isso, nunca se privou de sonhar e de acreditar em si mesmo
Texto: Raphaela de Campos Mello
Na madrugada de 24 de maio de 1988, Rosana e Paulo Dias choraram. Estavam na maternidade, em Campinas, em São Paulo, prestes a dar à luz o filho Daniel. A surpresa que, naquela época, só o parto pôde revelar, era que o bebezinho tinha malformação congênita – faltavam-lhe os membros superiores e uma das pernas. “Hoje sou pai e sei que ninguém espera ter um filho com deficiência. É um baque na família”, diz Daniel, casado com Raquel e pai de dois filhos: Asaph e Daniel. Mas a angústia de seus pais foi aplacada no instante em que puderam acariciá-lo na incubadora. “Passamos a mão em sua pele e ele sorriu. Jamais esqueceremos”, conta Rosana.
O sorriso aberto e cristalino é uma marca que Daniel leva por onde passa. E não foram poucos os lugares que ele visitou sendo o maior atleta paralímpico masculino do mundo em número de medalhas – 24 no total. O paulista, que mora e treina em Bragança Paulista, no interior do estado, já disputou, além de diversos campeonatos mundiais, três Paralimpíadas: Pequim, Londres e Rio de Janeiro. Nesta última, teve a honra de faturar nove medalhas (quatro ouros, três pratas e dois bronzes) perante o olhar orgulhoso da família na arquibancada. Por sua notável performance, recebeu três vezes o prêmio Laureus (comparável ao Oscar), se consagrando como um mito do esporte paralímpico internacional.
A garra de campeão foi construída ano após ano. Não lhe faltaram batalhas, tampouco força de vontade. Aos 6 meses de vida, Daniel começou a frequentar a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), em São Paulo. Ali, passou 15 anos entre consultas, sessões de fisioterapia e sucessivas adaptações a próteses. Estava entre “iguais”, num ambiente seguro e respeitoso. Diferente do meio escolar, onde, no início, foi chamado de “Saci” e de aleijado. “Comecei a perceber que eu tinha uma deficiência quando fui para a escola, aos 5 anos. Não havia instituições especiais, o que foi bom, porque pude aprender sobre as diferenças e o preconceito”, conta. A sorte de Daniel é que seus pais sempre o trataram como qualquer criança, com total liberdade para fazer o que quisesse, inclusive andar de bicicleta, façanha que surpreendeu a todos. O diálogo irrestrito também foi fundamental. “Meus pais sempre conversaram muito comigo e tiveram sabedoria para lidar com essa situação. Entendi que o preconceito existia, existe e vai existir”, sintetiza.
O gosto pelo esporte permeou sua meninice ativa e destemida, o que lhe rendeu uma série de próteses quebradas. Nas aulas de educação física, Daniel fazia tudo o que o professor pedia: basquete, vôlei, futebol etc. Na adolescência, as coisas ficaram mais sérias. Mais precisamente em 2004, aos 16 anos, quando uma luz se acendeu na tela da televisão: era Clodoaldo Silva, o “tubarão das piscinas”, ícone do esporte paralímpico brasileiro, brilhando nos Jogos Paralímpicos de Atenas. Era isso. Sentiu. Seria um nadador profissional.
Ter a natação como meio de vida seria a forma perfeita de mostrar para si mesmo e para as pessoas que o preconceito não tem razão de ser, não passa de uma construção distorcida da mente. “Não é uma deficiência física que nos define. O que nos define está dentro de cada um de nós”, defende. Mas, para chegar a essa formulação, o atleta teve que, primeiro, se desvencilhar de crenças limitantes. “Precisei tirar o preconceito de dentro de mim, porque, no começo, me sentia inferior aos meus colegas.”
Tudo mudou depois de um concurso escolar de pintura. Adivinhe quem criou a obra mais bonita? Sim, o garoto “diferente”. Daniel considera esse momento sua primeira medalha. Um marco. A oportunidade que espantou a sombra da dúvida. “Meus colegas viram que eu era capaz, e eu também. Naquele momento, fiz uma escolha: ser feliz e buscar meus sonhos.” No ensino fundamental, nova prova de superação: Daniel aprendeu a tocar bateria. Até hoje, alguém o ajuda a prender as baquetas nos braços e, depois, é só mandar brasa. “Tudo isso me fez crescer e ser quem sou hoje.”
A entrada na Associação Desportiva para Deficientes (ADD), entidade fundada em 1996 que promove várias categorias de esporte adaptado, foi outro divisor de águas. Águas que não só o acolheram aos 16 anos como escancararam seu dom, segundo ele, um presente de Deus. “Lá me indicaram a natação. Acharam que eu tinha perfil, mesmo nunca tendo nadado. De cara, me apaixonei pelo esporte e aprendi os quatro estilos em oito aulas”, diz.
O que veio depois está bem sintetizado em seu quadro de medalhas. Resultados prodigiosos, ancorados em muita dedicação. Felizmente, o sucesso não se sobrepôs ao foco. Daniel treina diariamente em dois períodos e ainda faz pilates e fisioterapia. Não mede esforços para lapidar o que Deus colocou na “raia” da sua jornada. Porém, em termos de aprendizado e desenvolvimento pessoal, essa bênção extrapola as medalhas. “Quando entrei no esporte paralímpico, era uma pessoa feliz e resolvida. Mas, mesmo assim, esse meio mudou completamente a maneira como eu olhava a vida”, confessa, e acrescenta: “Ver o sorriso estampado em cada atleta, independentemente de ser o primeiro ou o último, me impactou bastante. Compreendi que o esporte vai muito além das conquistas. Realmente você pode mudar uma vida através dele”.
Tal percepção culminou numa importante iniciativa. O esportista virou padrinho do projeto Nadando com Daniel Dias, desenvolvido em parceria com a ADD. Essa ação oferece treinamento a 20 atletas com deficiência para que possam participar de competições nacionais e internacionais. “Queremos mostrar a crianças e jovens deficientes – e a seus pais – que eles são capazes de realizar sonhos e de atingir objetivos. De repente, nem todos querem ser campeões no esporte. Mas podem ser campeões na vida.” Ter a oportunidade de treinar ao lado de um campeão histórico é mais do que um incentivo, é inspiração. “Muitos jovens já chegam tendo um espelho lá na frente, que é o Daniel Dias. E ele incentiva muito esses meninos”, revela o técnico de natação Marcos Rojo Prado, que trabalha com o nadador desde 2006, considerado por todos um paizão exigente e parceiro.
O atleta Andrey Garbe, 20 anos, de Bragança Paulista, é um dos “peixes” acolhidos pelo projeto. Com 1 ano foi diagnosticado com meningite e trombose, quadro que comprometeu a perna direita. Aos 5 anos, colocou sua primeira prótese: um pedaço de madeira. Aos 9, deu as primeiras braçadas. Mais tarde, passou a treinar pertinho de sua referência. Em 2013, Andrey estreou na delegação brasileira de natação paralímpica e, em 2016, conquistou uma medalha de bronze nas Paralimpíadas do Rio. “Não tem segredo. Temos que acreditar que somos capazes e ir para cima”, resume.
Apesar dos avanços alcançados nos últimos anos nos campos da cidadania e da inclusão, muitas pessoas com defociência ainda ficam trancadas em casa por vergonha de sua condição. Por não tolerar essa realidade, Daniel repete Brasil afora: “O esporte pode ajudar essas pessoas e famílias. Todos são capazes. Fico feliz por ser exemplo até para aqueles que não têm nenhuma deficiência”, afirma. O próximo objetivo desse campeão fica do outro lado do globo. Os Jogos Paralímpicos de Tóquio, em 2020, prometem mais vitórias. Mas a maior delas já foi conquistada tempos atrás. A certa altura da infância, quando Daniel escolheu ser feliz.
Manual do sonhador
Desde pequeno, Daniel Dias intuiu que, se não ousasse, seria definido por sua condição física. Essa compreensão o levou longe, segundo o psicólogo Marcelo Rosenfeld
1) Daniel conseguiu transformar suas limitações físicas em ferramentas de trabalho. Aquilo que o limita se tornou o que, literalmente, o move para o sucesso.
2) Esse pacto exigiu e exige muita disciplina, paciência e determinação.
3) No entanto, mais do que os músculos, o que realmente parece impulsioná-lo é um conjunto de características de outra natureza. Daniel é alegre, superastral e renova constantemente suas metas e sonhos.
Daniel Dias
Idade: 29 anos Função: atleta paralímpico Como se define: uma pessoa feliz Mantra: “Sempre agradeço a Deus por tudo que acontece em minha vida. A Ele toda honra e glória”. Como gostaria de ser lembrado: uma pessoa feliz que, através do esporte, tentou mostrar que somos todos iguais. Eu tive um sonho... “Ser um nadador profissional e contribuir para a ampliação do acesso ao esporte adaptado”.
Estado já tem 21 mortes por febre amarela desde 2017
William Cardoso do Agora
A febre amarela já provocou a morte de 21 pessoas no Estado desde o ano passado, segundo o balanço mais recente da Secretaria Estadual da Saúde, divulgado ontem.
Entre esses casos, cinco são de paciente infectados na Grande São Paulo, todos em Mairiporã.
Segundo a secretaria estadual, sob a gestão de Geraldo Alckmin (PSDB), Mairiporã contabilizou oito casos confirmados de pessoas que contraíram a febre amarela nos limites do município.
Também ontem, a Secretaria Municipal da Saúde de Mairiporã disse, em nota, que há 42 casos suspeitos de contaminação na cidade, à espera da confirmação.
Durante a semana, a cidade pediu ajuda ao governo estadual para combater a doença no município, com grande parte da área na serra da Cantareira.
Homem passa dois dias com dentadura presa na garganta
UOL
Antonio Monteiro Cantalice, de 59 anos, precisou esperar mais de 40 horas para ter uma prótese dentária retirada da garganta porque o aparelho de endoscopia do Hospital Regional de Ferraz de Vasconcelos (Grande SP) estava quebrado e porque o hospital Santa Marcelina, Itaquera (zona leste), se recusou a atendê-lo em razão de normas internas.
Cantalice havia improvisado o conserto da dentadura.
"Ele fez uma gambiarra com plásticos para segurar. Ele precisava tirar para comer. Mas, na terça-feira, ele tirou para colocar no bolso e não percebeu que a prótese caiu no prato. Ele acabou engolido porque nunca mastiga para comer", contou Michele Maria Cantalice, a filha.
Por volta das 14h, ele já estava no Hospital Regional.
Depois de um exame de raio-X, a médica concluiu que apenas uma endoscopia ou cirurgia poderia retirar a dentadura.
"Mas a máquina estava quebrada e não havia cirurgião", diz Michele.
Um clique feito nesta quinta-feira chamou a atenção dos internautas no Twitter. Mais precisamente, da torcida do Corinthians. A alvinegra Leticia Vilar registrou um guardador de carros com uma camisa "personalizada" do clube e rapidamente viralizou.
Na imagem, um senhor usa uma camisa com o símbolo do Corinthians, que provavelmente foi desenhado a caneta.
"Da série: Corinthiano não vira, ele nasce. Todos os dias esse senhor fica no bar de esquina das ruas Clélia x Aurélia. Toma sua cerveja e em dias de culto na Bola de Neve, ajuda a cuidar dos carros. Ontem eu o vi com essa camiseta "personalizada" do Corinthians. Achei incrível", compartilhou Leticia.
Nos comentários, a torcida começou a chamar atenção do próprio Corinthians, pedindo para que o senhor ganhe uma camisa oficial. O clube ainda não se manifestou, mas a Gaviões da Fiel, maior torcida organizada do time alvinegro, presenteou o senhor com uma camisa e divulgou a foto nas rede.
As coisas em Votorantim estão preocupantes.
Fonte: BAND FM
FEBRE AMARELA EM VOTORANTIM Laudo do Instituto Adolfo Lutz aponta causa morte por febre amarela em um dos macacos mortos no Parque do Matão
A Secretaria da Saúde de Votorantim inicia nesta sexta-feira (12) o esquema especial de vacinação para a região do entorno do Parque do Matão, após receber o laudo do Instituto Adolfo Lutz confirmando a morte por febre amarela em um dos macacos encontrados mortos no local, que fica no Parque Bela Vista.
Desta forma o município passa a adotar o protocolo e critérios técnicos da Secretaria de Estado da Saúde e do Ministério da Saúde. Nesse primeiro momento a orientação é para que toda a população do entorno do Parque do Matão receba a dose da vacina contra febre amarela. Além do Parque Bela Vista, o entorno compreende a região do Vossoroca, Jardim Maria José, Parque Morumbi, Jardim Icatu e Jardim Paraíso.
Sendo assim, a Unidade Básica de Saúde do Parque Bela Vista deverá aplicar a dose durante toda esta sexta-feira e atender também neste sábado (13). Um outro posto de vacinação está sendo definido nesta manhã e será anunciado assim que as equipes estiverem fechadas.
A Secretaria da Saúde reforça que todas as medidas estão sendo adotadas seguindo o protocolo oficial da Secretaria de Estado da Saúde e do Ministério da Saúde visando atender esta demanda com tranquilidade. Novas informações serão repassadas ao longo do dia assim que oficializadas. Solicita ainda a colaboração da população no combate aos criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da febre amarela em humanos, da dengue, chikungunya e zika.
O comerciante Roberto Francisco, 69 anos, morador de Guarulhos, foi a terceira pessoa morta em decorrência da febre amarela na Grande SP.
A confirmação da morte foi feita no fim de semana, após um exame necroscópico.
A vítima morreu em um hospital na capital, no último dia 25 de dezembro, sete dias após apresentar os primeiros sintomas da doença.
Segundo a Secretaria Municipal da Saúde de Guarulhos, o idoso tinha uma chácara na divisa entre Mairiporã (Grande SP) e Nazaré Paulista (64 km de SP), onde esteve por duas vezes no mês de dezembro passado.
Outras duas mortes na Grande São Paulo, ambas de homens que estiveram em Mairiporã, haviam sido confirmadas no fim de semana.
Até a conclusão desta edição, uma mulher de 27 anos permanecia internada em estado grave, no Hospital das Clínicas. Nenhum deles havia tomado vacina contra a doença.
Os três profissionais envolvidos na chamada "farra do ponto" no Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS) -- que registravam a entrada e a saída no ponto eletrônico, mas que, em tese, deixavam de prestar serviço e foram flagrados em consultórios particulares e até em academia -- devem ser ouvidos a partir desta terça-feira (07) por uma comissão interna que apurará o caso. A informação foi passada pelo secretário-adjunto da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Eduardo Ribeiro Adriano. Essa comissão interna, conforme ele, já foi formada, mas até ontem não havia horário e nem o local de onde esses depoimentos ocorrerão. A denúncia feita no domingo pelo programa Fantástico, da Rede Globo, mostrou dois médicos e um dentista deixando a unidade de saúde após bater o ponto, seguindo para outros compromissos e retornando para bater o ponto novamente, como se estivessem finalizando o expediente. O fato provocou a abertura de inquéritos no Ministério Público e na Polícia Civil, além de mobilização no Legislativo de Sorocaba e na Assembleia Legislativa do Estado (Alesp).
Sobre os depoimentos, a ideia -- conforme o secretário-adjunto -- é apurar a situação antes do prazo regimental, por isso, a pressa em ouvir os envolvidos. "A previsão é que os três profissionais do CHS sejam ouvidos amanhã (hoje), para que no mais curto prazo possível, essa apuração seja concluída e, em sendo favorável o parecer de procedência da suspeita, isso imediatamente será encaminhada à Procuradoria Geral do Estado (PGE), com vistas à instauração de procedimento administrativo disciplinar para que os três servidores possam ter mais uma instância de demonstração de seus argumentos", afirmou Eduardo Ribeiro Adriano no final da tarde de ontem. Eventualmente, ainda conforme ele, a data do depoimento pode mudar.
O secretário-adjunto explicou do que se trata o procedimento. "Imediatamente iniciamos um trâmite interno para a instauração de uma apuração preliminar que se dá no âmbito da secretaria. É uma apuração preliminar e isso acontece na Secretaria de Estado da Saúde. Ela é uma etapa necessária, prévia ao procedimento administrativo disciplinar, que é um procedimento adotado pela Procuradoria Geral do Estado com vistas à penalização por infrações graves, como se suspeita que tenha ocorrido", disse. Esse processo de apuração preliminar deverá ser concluído nos próximos 30 dias.
Eduardo Ribeiro Adriano também adiantou que, por enquanto, os envolvidos não serão afastados. "Nesse instante eles não são formalmente afastados. Faz parte do trâmite administrativo que eles tenham o momento para apresentarem as suas defesas. Isso não pode ser cerceado. O que não significa que eles não sejam brevemente afastados assim que essa primeira fase se conclua", afirmou, casos as irregularidades sejam comprovadas. Ainda de acordo com ele, outras pessoas poderão ser ouvidas. "Existe uma comissão que vai coordenar esse procedimento e eles vão elencar todas as pessoas necessárias para serem ouvidas. Eu digo que muito provavelmente outras pessoas também serão ouvidas."
Por fim, o secretário afirmou que a população está, provavelmente, diante de um golpe e de um ato criminoso. "Eu considero que nós, os pacientes e cidadãos, somos vítimas, o que não significa que durante a apuração, eventualmente não se identifique alguma oportunidade de melhoria (no sistema do ponto eletrônico). Tudo indica que estamos diante de um ato criminoso e que, portanto, vai ser penalizado exemplarmente", acrescentou. "Se isso for confirmado, eles (os profissionais envolvidos) serão demitidos a bem do serviço público e terão que devolver o dinheiro indevidamente recebido", concluiu.
Inquéritos O caso será investigado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). A confirmação é da promotora Maria Aparecida Rodrigues Mendes Castanho. Conforme ela, o procedimento investigatório, que pode durar até 180 dias, rastreará mais informações do que ela afirma ser uma repetição de fatos antigos. "O Ministério Público não vai ficar alheio", diz. O MP também conseguiu na Justiça a volta da operação Hipócrates, que em 2011 já investigou situações de irregularidades no CHS. A Polícia Civil também investigará o caso, no entanto, ninguém, foi localizado ontem para comentar a situação.
No Legislativo O deputado estadual Raul Marcelo (Psol) divulgou nota onde afirma que encaminhará ofício ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) pedindo a exoneração imediata de toda a direção do Conjunto Hospitalar de Sorocaba, além da instauração de procedimento administrativo para a exoneração dos médicos envolvidos no caso. O deputado também afirmou que apresentará representação ao Ministério Público do Estado (MP-SP) para apurar eventual responsabilidade da direção do Conjunto Hospitalar de Sorocaba na situação.
Já o vereador Hudson Pessini (PMDB) fez ontem uma representação no MP de Sorocaba com relação ao caso. O também vereador Rodrigo Manga (DEM), presidente da Câmara, falou da implantação de uma frente regional em socorro à saúde. Segundo ele, é ideia é chamar vereadores das 48 cidades atendidas pelo CHS, pedindo documentação e agregando informações à visita feita em dezembro, quando falou-se na criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar problemas na unidade de saúde.
Estou de férias e sozinha em meu apartamento. Hoje resolvi reler esse livro e tomei um banho de positividade! A personagem sofre muito com as mazelas da vida e o final é daqueles para você sacudir a poeira, bater no peito e encarar tudo o que vier. Adoro esse livro, devorei agora à tarde e me sinto encorajada para os desafios que virão. FICA A DICA.
Estava curtindo aquele soninho bom e foi acordada com o telefone berrando nos seus ouvidos e era só aqueles vendedores chatos? Bote reparo nesse serviço, acabei de cadastrar meu celular e agora é BYE, BYE, LIGAÇÕES INDESEJÁVEIS!
Dá uma olhada nesse céu! Só saí para jogar o lixo, hoje estou só no filme e sofá. Peguei o filme: Coco Chanel e AMEIIII!!
Que mulher é aquela??? Muito a frente de seu tempo! Visionária! Solteirona fantástica!
Que não viu fica a minha dica.
Felipe Shikama - felipe.shikama@jcruzeiro.com.br Como uma máquina do tempo, o casarão de taipa construído pelos idos de 1780, localizado no bairro de Brigadeiro Tobias, guarda um acervo que convida os frequentadores a viajarem pela história de Sorocaba com destino ao período do apogeu do tropeirismo. No entanto, esse acervo não pertence à Secretaria de Cultura e Turismo (Secultur). É emprestado.
Conhecido como Casarão de Brigadeiro Tobias, o imóvel tombado pertence à Prefeitura de Sorocaba, mas todo o acervo lá exposto -- com exceção de algumas obras, incluindo três telas originais de Ettore Marangoni (1907-1992) -- integra a coleção particular de Álvaro Augusto Antunes de Assis, que há cinco anos atua informalmente como monitor no local.
A presença da administração municipal no casarão histórico é representada apenas pela historiadora e servidora pública Sonia Nanci Paes, designada para cuidar do próprio desde março de 2013. "A gente não tem nem aquela verbinha para manutenção. Quando uma lâmpada queima, precisamos comprar outra com dinheiro do próprio bolso", relata ela.
Há aproximadamente um ano, o local passou a receber duas faxinas semanais, serviço que é prestado por uma funcionária de empresa terceirizada contratada pela prefeitura. "Ficamos dois anos e meio fazendo a limpeza sozinhos", acrescenta Sônia. Na última quarta-feira (3), quando a reportagem visitou o local para dar sequência à série "Espaços de memória", servidores da Secretaria do Meio Ambiente (Sema) faziam a roçagem no entorno do casarão, pondo fim à espera de 10 meses, desde que o serviço foi solicitado pela administradora do próprio.
Diante da alegada falta de atenção da prefeitura em relação ao Casarão, a servidora defende a presença permanente de Álvaro Assis no espaço que, segundo ela, ajuda a dar vida. "Imagina isso aqui sem as peças, sem ele para atender ao público. Não fosse ele, isso aqui seria só uma casa antiga", diz.
A situação atípica de Assis, que trabalha no local de terça a sexta, das 10h às 16h -- horário de visitação do público em geral -- foi relatada pelo Cruzeiro do Sul em abril de 2016. À época, a Secretaria de Cultura e Turismo (Secultur) informou, por meio de nota, que estavam sendo formatados projetos de gestão, ampliação e valorização do acervo, além de parcerias com entidades e colecionadores privados ou particulares.
Questionada se a formatação de tais projetos já foi concluída, a Secultur informou, por meio de nota, que "fez um estudo sobre a melhor forma de gestão do Casarão de Brigadeiro Tobias e está analisando junto a técnicos de outras secretarias". A pasta, porém, não respondeu quais os eixos centrais do projeto e quando ele será efetivado.
Centro de estudos
Apesar da idade avançada, o imóvel está em bom estado de conservação, já que foi reaberto ao público em setembro de 2012, após obras de restauro que duraram cinco anos, e desde então abriga o Centro Nacional de Estudos do Tropeirismo.
Criado com intuito de preservar e divulgar esse ciclo econômico ligado ao progresso da cidade, o Centro de Estudos reúne uma modesta biblioteca, com menos de dez títulos, a maioria deles escritos pelo historiador Aluísio de Almeida.
O destaque fica a cargo das dezenas de objetos, entre indumentárias usadas pelos tropeiros e as chamadas "traias", como são denominados os arreios, estribos e outras peças usadas em burros e mulas, que ocupam três salas do casarão e ajudam o visitante a compreender a importância, o modo de vida e a religiosidade dos tropeiros. "É tudo original", garante Álvaro.
Além de explicar em detalhes a função de cada uma das peças do acervo, Álvaro desempenha voluntariamente o papel de guia dos visitantes que, cabe ressaltar, minguaram há dois anos após a extinção do programa Roteiro Educador, que levava os estudantes da rede municipal de ensino a passeios com caráter histórico-cultural. "Hoje vem mais escolas particulares e famílias, principalmente de fora de Sorocaba", complementa Sonia. A servidora diz não ter um número médio de visitantes que o Casarão recebe por mês e confessa que não tem o costume de convidar os frequentadores a assinarem o livro de presença deixado no local. "Cultura e história não se mede por quantidade. Muita gente tem o péssimo costume de falar "passaram mil pessoas", mas como elas saíram? O que vale é a experiência, é a pessoa sair emocionada e transformada", justifica.
Aliás, com intuito de proporcionar uma experiência mais acolhedora aos visitantes, Sonia transferiu uma grande mesa de madeira que ficava em um dos cômodos que funcionava como cozinha improvisada, para a sala principal do Casarão, onde são servidos café e bolinho de chuva. "Aqui a mesa está sempre posta, disposta a receber. É como quando a gente vai visitar um amigo ou parente querido. Museu é um lugar que dá medo nas pessoas. Elas têm que se sentir à vontade", complementa.
O Casarão já teve acesso mais fácil. Desde a duplicação da rodovia Raposo Tavares (SP-270), a entrada por ali, na altura do km 88, foi fechada. O acesso tem de ser feito por dentro do bairro, em um percurso que inclui vias de terra, até a continuação da rua Antônio Fratti. Mitos
O casarão de taipa também abriga uma série de lendas e mitos, como por exemplo que teria sido calabouço de escravos, residência de brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar (1794-1857) ou até mesmo recanto de supostos encontros extraconjugais entre Marquesa de Santos e Dom Pedro I.
Álvaro detalha que o imóvel foi construído por volta de 1780, pelo padre Rafael Tobias de Aguiar que, ao falecer, deixou o sítio a seu sobrinho, Antonio Francisco de Aguiar, casado com dona Ana Gertrudes Eufrosina Aires de Aguirre, cujo filho, em homenagem ao tio, ganhou o mesmo nome de Rafael Tobias de Aguiar. Este sim, o Brigadeiro Tobias, um dos líderes da Revolução Liberal de 1842 e patrono da Polícia Militar do Estado de São Paulo. "Isso [as distorções históricas] acontece porque, por muito tempo, alguns pseudo-historiadores falavam "abobrinha" e quem não sabia levava a informação pra frente", considera, afirmando que sua presença no Casarão, por meio das visitas monitoradas e até palestras para grupos maiores, visa justamente impedir distorções semelhantes na história envolvendo o tropeirismo.
Além das peças do Centro Nacional de Estudos do Tropeirismo, o visitante do Casarão de Brigadeiro Tobias também pode conferir a exposição "Faces do povo sorocabano", um conjunto de sete quadros do artista plástico Rodney Andrade, que retratam os operários e suas profissões que, através dos tempos, contribuíram para o desenvolvimento de Sorocaba.
Golpe na história
A exposição de parte do acervo particular de Assis visa preencher a lacuna de um duro golpe dado na história de Sorocaba, quando em fevereiro de 2012, diversas peças da reserva técnica dos museus da cidade foram furtadas do antigo Matadouro Municipal, situado na rua Paes de Linhares, no bairro Brasilândia, então administrado pela Secretaria de Cultura.
Na ocasião, foram levados praticamente todo o acervo do Casarão de Brigadeiro Tobias, que incluía arreios e utensílios do tropeirismo dos séculos 19 e 20, além de roupas e fragmentos da maquinaria referentes à Estrada de Ferro Sorocabana e urnas e ossos indígenas. À época, o governo municipal disse não sabe dizer o quanto foi levado, pois não havia uma catalogação dos objetos. Até hoje, nenhuma peça furtada foi recuperada.
*O Mais Cruzeiro iniciou em dezembro a série de reportagens "Espaços de memória", sobre os patrimônios históricos de Sorocaba. O material é publicado toda sexta-feira e tem como objetivo fazer uma visita a cada um dos espaços e mostrar a situação atual