Emergência
Quem faz um poema abre uma janela.
Respira, tu que estás numa cela
abafada,
esse ar que entra por ela.
Por isso é que os poemas têm ritmo —
para que possas profundamente respirar.
Quem faz um poema salva um afogado.
Mario Quintana
Respira, tu que estás numa cela
abafada,
esse ar que entra por ela.
Por isso é que os poemas têm ritmo —
para que possas profundamente respirar.
Quem faz um poema salva um afogado.
Mario Quintana
Tarde Fria
A tarde está suave o sol sumiu
O Céu em tom azul vendo o pranto
Dos pingos em gotejo derramando
A lágrima fina molhando em canto
A terra encharcada a rua imersa
Nas águas os lixos se afoitando
Bueiros, boca aberta numa sesta
Entope a garganta sem comando
O rio toma conta da cidade, o frio
Penetra sobre a pele pede calor
Carro afogado, calçada encoberta
O tempo promete noite sem calor
Na cidade quente da Fortaleza luz
Na rua deserta nem estrela reluz
SoniaNogueira
A tarde está suave o sol sumiu
O Céu em tom azul vendo o pranto
Dos pingos em gotejo derramando
A lágrima fina molhando em canto
A terra encharcada a rua imersa
Nas águas os lixos se afoitando
Bueiros, boca aberta numa sesta
Entope a garganta sem comando
O rio toma conta da cidade, o frio
Penetra sobre a pele pede calor
Carro afogado, calçada encoberta
O tempo promete noite sem calor
Na cidade quente da Fortaleza luz
Na rua deserta nem estrela reluz
SoniaNogueira
Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=171429 © Luso-Poemas
Emergência
Quem faz um poema abre uma janela.Respira, tu que estás numa cela
abafada,
esse ar que entra por ela.
Por isso é que os poemas têm ritmo —
para que possas profundamente respirar.
Quem faz um poema salva um afogado.
Tarde Fria
A tarde está suave o sol sumiu
O Céu em tom azul vendo o pranto
Dos pingos em gotejo derramando
A lágrima fina molhando em canto
A terra encharcada a rua imersa
Nas águas os lixos se afoitando
Bueiros, boca aberta numa sesta
Entope a garganta sem comando
O rio toma conta da cidade, o frio
Penetra sobre a pele pede calor
Carro afogado, calçada encoberta
O tempo promete noite sem calor
Na cidade quente da Fortaleza luz
Na rua deserta nem estrela reluz
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A tarde está suave o sol sumiu
O Céu em tom azul vendo o pranto
Dos pingos em gotejo derramando
A lágrima fina molhando em canto
A terra encharcada a rua imersa
Nas águas os lixos se afoitando
Bueiros, boca aberta numa sesta
Entope a garganta sem comando
O rio toma conta da cidade, o frio
Penetra sobre a pele pede calor
Carro afogado, calçada encoberta
O tempo promete noite sem calor
Na cidade quente da Fortaleza luz
Na rua deserta nem estrela reluz
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Tarde Fria
A tarde está suave o sol sumiu
O Céu em tom azul vendo o pranto
Dos pingos em gotejo derramando
A lágrima fina molhando em canto
A terra encharcada a rua imersa
Nas águas os lixos se afoitando
Bueiros, boca aberta numa sesta
Entope a garganta sem comando
O rio toma conta da cidade, o frio
Penetra sobre a pele pede calor
Carro afogado, calçada encoberta
O tempo promete noite sem calor
Na cidade quente da Fortaleza luz
Na rua deserta nem estrela reluz
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A tarde está suave o sol sumiu
O Céu em tom azul vendo o pranto
Dos pingos em gotejo derramando
A lágrima fina molhando em canto
A terra encharcada a rua imersa
Nas águas os lixos se afoitando
Bueiros, boca aberta numa sesta
Entope a garganta sem comando
O rio toma conta da cidade, o frio
Penetra sobre a pele pede calor
Carro afogado, calçada encoberta
O tempo promete noite sem calor
Na cidade quente da Fortaleza luz
Na rua deserta nem estrela reluz
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*Tarde Fria
A tarde está suave o sol sumiu
O Céu em tom azul vendo o pranto
Dos pingos em gotejo derramando
A lágrima fina molhando em canto
A terra encharcada a rua imersa
Nas águas os lixos se afoitando
Bueiros, boca aberta numa sesta
Entope a garganta sem comando
O rio toma conta da cidade, o frio
Penetra sobre a pele pede calor
Carro afogado, calçada encoberta
O tempo promete noite sem calor
Na cidade quente da Fortaleza luz
Na rua deserta nem estrela reluz
SoniaNogueira
A tarde está suave o sol sumiu
O Céu em tom azul vendo o pranto
Dos pingos em gotejo derramando
A lágrima fina molhando em canto
A terra encharcada a rua imersa
Nas águas os lixos se afoitando
Bueiros, boca aberta numa sesta
Entope a garganta sem comando
O rio toma conta da cidade, o frio
Penetra sobre a pele pede calor
Carro afogado, calçada encoberta
O tempo promete noite sem calor
Na cidade quente da Fortaleza luz
Na rua deserta nem estrela reluz
SoniaNogueira
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*Tarde Fria
A tarde está suave o sol sumiu
O Céu em tom azul vendo o pranto
Dos pingos em gotejo derramando
A lágrima fina molhando em canto
A terra encharcada a rua imersa
Nas águas os lixos se afoitando
Bueiros, boca aberta numa sesta
Entope a garganta sem comando
O rio toma conta da cidade, o frio
Penetra sobre a pele pede calor
Carro afogado, calçada encoberta
O tempo promete noite sem calor
Na cidade quente da Fortaleza luz
Na rua deserta nem estrela reluz
SoniaNogueira
A tarde está suave o sol sumiu
O Céu em tom azul vendo o pranto
Dos pingos em gotejo derramando
A lágrima fina molhando em canto
A terra encharcada a rua imersa
Nas águas os lixos se afoitando
Bueiros, boca aberta numa sesta
Entope a garganta sem comando
O rio toma conta da cidade, o frio
Penetra sobre a pele pede calor
Carro afogado, calçada encoberta
O tempo promete noite sem calor
Na cidade quente da Fortaleza luz
Na rua deserta nem estrela reluz
SoniaNogueira
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*Tarde Fria
A tarde está suave o sol sumiu
O Céu em tom azul vendo o pranto
Dos pingos em gotejo derramando
A lágrima fina molhando em canto
A terra encharcada a rua imersa
Nas águas os lixos se afoitando
Bueiros, boca aberta numa sesta
Entope a garganta sem comando
O rio toma conta da cidade, o frio
Penetra sobre a pele pede calor
Carro afogado, calçada encoberta
O tempo promete noite sem calor
Na cidade quente da Fortaleza luz
Na rua deserta nem estrela reluz
SoniaNogueira
A tarde está suave o sol sumiu
O Céu em tom azul vendo o pranto
Dos pingos em gotejo derramando
A lágrima fina molhando em canto
A terra encharcada a rua imersa
Nas águas os lixos se afoitando
Bueiros, boca aberta numa sesta
Entope a garganta sem comando
O rio toma conta da cidade, o frio
Penetra sobre a pele pede calor
Carro afogado, calçada encoberta
O tempo promete noite sem calor
Na cidade quente da Fortaleza luz
Na rua deserta nem estrela reluz
SoniaNogueira
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Olá, minha amiga!
ResponderExcluirNão conhecia esse poema de Quintana, mas olhe que é bem acertado o k ele escreveu.
A poesia liberta quem a escreve e quem a lê. Podemos até afirmar que um poema tem cheiro, sabor e muita cor. Ela tem um enorme poder.
Gostei muito do layout de teu blog. Excelente gosto!
Beijos e boa semana.
Um Poema e um desabafo. Quem escreve sempre abre uma janela pra vida. Linda poesia bom para refletir. Bom vim no seu cantinho
ResponderExcluirEssa ultima frase de Quintana, sempre digo aos
ResponderExcluiramigos k; adoro.
Prazer em conhecer seu blog.
janicce.
Adorei sua visita. Volte sempre.
ResponderExcluirbjs,
Juliana