quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Aniversário de São Paulo. Adoroooo!!

Tamanho de São Paulo cria formas variadas de falar

Tatiana Cavalcanti
do Agora
"Orra, meu, o Ibira é mó da hora, tem várias mina gata lá pra xavecar, mano. Cara, se pá, vou buscar meu truta, que não é coxinha, e passar a tarde lá. Isso se o rolê não miar. Se pans, se não rolar, vou pra minha quebrada."
Se você entendeu essa frase, é paulistano, costuma ir à capital ou falar com seus moradores.
São Paulo, ou Sampa, como é carinhosamente apelidada a maior cidade do país, tem muito mais do que só um sotaque.
O "paulistanês" tem influência de índios, bandeirantes, migrantes (em especial, os nordestinos) e imigrantes (com destaque para os italianos).
"Ma belo, ma não me enche o saco." É assim que o comerciante Walter Taverna, 83 anos, descendente de italianos, costuma falar (também com as mãos) para brincar com funcionários, amigos e parentes.

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