Comer bem, abusando dos alimentos saudáveis, é premissa básica para quem
quer garantir saúde e qualidade de vida. Ainda assim, pelos mais
variados motivos, muita gente deixa a qualidade da alimentação em
segundo plano e acaba, eventualmente, nem se dando conta do mal que pode
estar fazendo ao próprio organismo ao consumir produtos pouco
saudáveis.
Fonte; Jornal Cruzeiro do Sul
A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia recomenda
que, no verão, as pessoas adaptem seus hábitos alimentares no intuito de
inserir no cardápio diário mais frutas e vegetais, além de consumir
mais líquidos. Essas medidas são úteis para evitar a sonolência e
hidratar o organismo.
A mesma linha é seguida pelo Ministério da Saúde, que já produziu
inclusive documentos oficiais sobre o assunto. Numa lista de 10 passos
para a alimentação saudável e adequada, o primeiro lugar é ocupado pelo
consumo de produtos in natura ou minimamente processados. O ideal é que
eles sejam, inclusive, a base da alimentação humana. Variedade significa
alimentos de todos os tipos (grãos, raízes, tubérculos, farinhas,
legumes, verduras, frutas, castanhas, leite, ovos e carnes) e também
ampla possibilidade de escolhas dentro de cada grupo (feijão, arroz,
milho, batata, mandioca, tomate, abóbora, laranja, banana, frango e
peixes, por exemplo).
Ainda de acordo com as recomendações do ministério, os óleos, as
gorduras, o sal e o açúcar devem ser utilizados em pequenas quantidades,
evitando que a refeição fique desbalanceada. Já os alimentos
processados devem ser evitados ou, pelo menos, consumidos em pequena
quantidade. Isso porque alguns produtos e métodos utilizados na
fabricação ajudam a alterar a composição nutricional dos alimentos.
Maiores vilões ainda são os chamados ultraprocessados, como biscoitos
recheados, salgadinhos de pacote, refrigerantes e macarrão instantâneo.
A prática da alimentação saudável, aliás, começa bem antes da
ingestão dos ingredientes. A preocupação deve estar presente também na
hora de adquirir os produtos que serão consumidos. Por isso, o
Ministério da Saúde aconselha que as compras sejam feitas em mercados,
feiras livres e feiras de produtores, por exemplo. Sempre que possível,
também deve-se dar prioridade aos alimentos orgânicos e de base
agroecológica, de preferência diretamente dos produtores. (Da Redação)
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