quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Verão exige mais cuidados na alimentação, alertam especialistas

Comer bem, abusando dos alimentos saudáveis, é premissa básica para quem quer garantir saúde e qualidade de vida. Ainda assim, pelos mais variados motivos, muita gente deixa a qualidade da alimentação em segundo plano e acaba, eventualmente, nem se dando conta do mal que pode estar fazendo ao próprio organismo ao consumir produtos pouco saudáveis.
 

Fonte; Jornal Cruzeiro do Sul
A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia recomenda que, no verão, as pessoas adaptem seus hábitos alimentares no intuito de inserir no cardápio diário mais frutas e vegetais, além de consumir mais líquidos. Essas medidas são úteis para evitar a sonolência e hidratar o organismo.
 
A mesma linha é seguida pelo Ministério da Saúde, que já produziu inclusive documentos oficiais sobre o assunto. Numa lista de 10 passos para a alimentação saudável e adequada, o primeiro lugar é ocupado pelo consumo de produtos in natura ou minimamente processados. O ideal é que eles sejam, inclusive, a base da alimentação humana. Variedade significa alimentos de todos os tipos (grãos, raízes, tubérculos, farinhas, legumes, verduras, frutas, castanhas, leite, ovos e carnes) e também ampla possibilidade de escolhas dentro de cada grupo (feijão, arroz, milho, batata, mandioca, tomate, abóbora, laranja, banana, frango e peixes, por exemplo).
 
Ainda de acordo com as recomendações do ministério, os óleos, as gorduras, o sal e o açúcar devem ser utilizados em pequenas quantidades, evitando que a refeição fique desbalanceada. Já os alimentos processados devem ser evitados ou, pelo menos, consumidos em pequena quantidade. Isso porque alguns produtos e métodos utilizados na fabricação ajudam a alterar a composição nutricional dos alimentos. Maiores vilões ainda são os chamados ultraprocessados, como biscoitos recheados, salgadinhos de pacote, refrigerantes e macarrão instantâneo.
 
A prática da alimentação saudável, aliás, começa bem antes da ingestão dos ingredientes. A preocupação deve estar presente também na hora de adquirir os produtos que serão consumidos. Por isso, o Ministério da Saúde aconselha que as compras sejam feitas em mercados, feiras livres e feiras de produtores, por exemplo. Sempre que possível, também deve-se dar prioridade aos alimentos orgânicos e de base agroecológica, de preferência diretamente dos produtores. (Da Redação)

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