Tatiana Cavalcanti
do Agora
Todas as mulheres podem usar métodos anticoncepcionais para evitar uma gravidez indesejada.
do Agora
As opções que existem hoje são seguras, mas escolher um por conta própria, sem passar pelo médico, pode colocar a mulher sob risco de desenvolver doenças graves, como AVC (acidente vascular cerebral) e trombose.
As pílulas não são a única opção. Além delas, há outras baseadas no uso de hormônios, como injeção e implante sob a pele. Outras alternativas são as chamadas barreiras físicas (diafragmas, DIU de cobre e camisinha).
É o médico quem vai ajudar a achar a melhor opção.
"Já na consulta, a paciente deve informar o histórico familiar de doenças e alertar sobre hábitos de vida, como tabagismo e sedentarismo", diz a ginecologista e obstetra Angélica Sales Barcelos, professora de medicina da Faculdade Santa Marcelina.
A médica explica que fatores como obesidade e vício em cigarro, associados a anticoncepcionais hormonais aumentam, por exemplo, os riscos de trombose, AVC, pressão alta e diabetes.
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