Operação da PF prende fiscais e atinge gigantes da carne
Folha de S.Paulo e UOL
Na maior operação de sua história, a Polícia Federal desbaratou um esquema de venda de carnes estragadas e adulteradas no país.
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De acordo com a PF, os servidores recebiam propina para fazer vista grossa.
No total, 32 empresas são investigadas. Dezenove fiscais, dois executivos da BRF, um funcionário da JBS e outros nove executivos ou donos de frigoríficos foram presos.
Entre as formas de adulteração está a maquiagem de carnes podres com o uso, acima do permitido, de ácido ascórbico, a vitamina C, e outros produtos químicos.
O ácido dá a cor rosada a produtos curados e processados.
Resposta
As empresas investigadas negaram irregularidades.
A JBS afirmou que ela e suas subsidiárias "atuam em absoluto cumprimento de todas as normas regulatórias em relação à produção e a comercialização de alimentos no país e no exterior".
"Nenhuma fábrica da JBS foi interditada, nenhum executivo da empresa foi alvo de medidas judiciais", disse. A BRF afirmou que está colaborando com as autoridades, que não compactua com práticas ilícitas e que seus produtos e a comercialização deles seguem "rigorosos processos e controles".
O grupo Argus disse obedecer "rigorosamente" as observações sanitárias e de qualidade.
O frigorífico Souza Ramos afirmou seguir as exigências de qualidade. A Princípio Alimentos Ltda. afirmou que foi chamada pela PF como testemunha. A Sub Royal Comercio De Alimentos disse que não vai se manifestar.
A reportagem entrou em contato, sem obter resposta, com: Medeiros, Emerick & Advogados Associados, Rainha da Paz, Unifrango Agroindustrial S.A., Frigomax Frigorífico e Comércio de Carnes Ltda., Bio-Tee Sul Am. Indústria De Produtos Químicos E Op. Ltda. e Primor Beef Jjz Alimentos S.A.. As demais não foram localizadas.
Uma vergonheira isso.Até onde vamos nessas falcatruas todas?CREDO! bjs, chica
ResponderExcluirPois é...essa situação vai mudar!
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