Folha de S.Paulo
Desde que entraram de cabeça no mercado de trabalho, mulheres que são
mães vivem às voltas com um insistente sentimento de culpa. Elas –e
também seus pares– avaliam que não estão presentes por tempo suficiente
no cotidiano dos filhos. Duas pesquisas recentes, no entanto, apontam
para a direção contrária.
A primeira, da Universidade da Califórnia em Irvine (UCI), nos EUA, demonstra que mães e pais hoje passam mais tempo com os filhos que há 50 anos. E que, para chegar a isso, abriram mão de horas de sono e de lazer e de cuidados pessoais.
É o caso de Luciana Périco, 29, gerente financeira de multinacional e mãe de Enrico, 2. "Tenho uma rotina bem louca de trabalho e abri mão de todo o resto para estar com meu filho quando posso", disse. Isso inclui menos horas de sono e o abandono da academia.
Nenhum comentário:
Postar um comentário